Cristianismo Pagão, Festas pagãs

Deuses pagãos são celebrados todos os anos pelos Cristãos!

Uma das mais difíceis decisões que o ser humano precisa exercer é quando os acontecimentos e descobertas nesse mundo lhe exigem uma tomada de decisão.. Uma mudança. Geralmente, quando ocorre uma mudança, há a necessidade de alterar o procedimento, o futuro se torna incerto e as decisões se tornam mais complexas. O principal motivo de não querer a mudança é o costume ao qual o ser humano está inserido, e, talvez por isto, encontramos tantas dificuldades das pessoas deixarem suas práticas habituais que desagradam ao nosso Pai e se voltarem para Sua Palavra. Se a maioria faz uma determinada coisa de um jeito por séculos, como ter coragem de FAZER DIFERENTE os costumes familiares, de pensamentos, de nacionalidade e de religião sem ser discriminado ou tratado como um pária? Talvez por isso, Jesus tenha dito:

“Estarão divididos: o pai contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora, e a nora contra a sogra.” (Lucas 12:53)

Essa divisão ocorrerá porque uns mudarão suas vidas, seus procedimentos e costumes, com um simples e poderoso intuito de agradar ao Altíssimo… Outros não. E não se engane… Cada escolha uma RENÚNCIA!

Quantas vezes nos deparamos com a Palavra nos ensinando algo, e nós agindo de forma completamente contrária? Quando isto acontece, requer mudança imediata, não importa se o erro é milenar. O costume, ou melhor, a prática habitual de determinado procedimento, é importante quando procedemos de acordo com a Palavra do Nosso Pai. Entretanto, quando fazemos ao contrário, torna-se uma arma mortal em nossas vidas e, para nos relacionarmos com o Eterno, precisamos interromper tal prática.

Não é à toa que o estado geral da Igreja é lastimável! Uma igreja sem poder, sem força, dividida, contaminada de várias maneiras, desacreditada, zombada, tripudiada. Isso acontece quando os costumes e tradições se sobrepõem às Escrituras.

Sim, este assunto lhe chateando ou não, vamos ter de abordá-lo.. TODOS OS ANOS O MUNDO, QUASE QUE INTEIRO, PARTICIPA DE FESTAS MILENARES E ABOMINÁVEIS AO NOSSO PAI ETERNO! Nós adoramos, Igreja, todos os anos, um deus da BABILÔNIA (no natal) e outro de Roma (no réveillon). Então, temos que encarar a questão e tomar uma decisão urgente, sem mais demora.. E eu me incluo nisso.

SOBRE A FESTA DE NATAL

A palavra “Natal” tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. E se não foi, todos os sinais vermelhos precisam piscar diante de você.

A festa teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. Então, podemos concluir nos detalhes que, o Natal não foi celebrado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

O NATAL é a principal e favorita festa entre os cristãos, e é tão bem aceita que qualquer tentativa de se buscar a verdadeira origem, a qual pode ser facilmente encontrada nas enciclopédias e em documentos históricos, tende a ser mal recebida. Para algumas pessoas, é inconcebível cogitar a abolição total desta festa. O negócio é tão complexo e enraizado na tradição dos povos, que poucos darão ouvidos a Palavra e se AFASTARÃO dessa abominação de fato! E, cada escolha, uma renúncia!

Encontramos, em alguma parte da bíblia, Jesus citando o seu próprio nascimento e dando destaque a ele? Possuímos alguma referência de seus discípulos celebrando o seu nascimento? A resposta é NÃO!

Então, por que o “cristianismo” celebra o natal se não existe nenhuma referência nas Escrituras e nem na história até a data de 350 D.C? Simplesmente porque alguns não sabem da verdade a respeito do natal e, os que sabem, preferem não abrir mão dessa tradição.

Esse estudo tem o objetivo de apresentar a verdade sobre a comemoração do natal e do réveillon, com toda simplicidade e seriedade de coração, como sempre tenho feito nesse blog.

A questão da verdade sobre o natal gera três tipos de reações:

1) Existem os que já ouviram falar e até estudaram o assunto mas ACHAM QUE NÃO TEM PROBLEMA manter o costume, já que é um período tão gostoso do ano e agora tem uma cara cristã, então tudo bem;

2) Tem aqueles que NUNCA ouviram nada a respeito, mas não querem nem ouvir, pois acham inadmissível não festejar o Natal;

3) O terceiro tipo são aqueles que NUNCA ouviram e, a partir do primeiro contato com o assunto, pesquisam ainda mais a fundo para checar os fatos e, se confirmar a questão em seus corações e os fatos, SIMPLESMENTE ABOLIRÃO A FESTA DE SUAS VIDAS!…. E farão isso porque, mais importante do que os costumes dos povos, É FAZER A VONTADE DO PAI ETERNO.. É agradá-lo e não deixar NADA contaminar a vida, o coração em Sua presença.

Qual a origem da celebração do Natal?

A pergunta que você tem que fazer é: Se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos?

O natal teve origem bem antes do nascimento de Jesus. Seu surgimento ocorreu na Babilônia, cidade que veio da antiga Babel. Os judeus afirmam que Babel vem do Hebraico e significa “confusão”. Seu fundador foi Ninrode (Gênesis 10: 10). O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”. Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus.

Existem alguns textos históricos que falam a respeito de como Ninrode rebelou-se contra Deus. O Talmud Babilônico, por exemplo, diz: “Então, por que foi ele chamado de Ninrode? Porque incitou todo o mundo a se rebelar contra a Sua soberania (a de Deus)”. Mas vamos conhecer um pouco melhor esse personagem.

Quem foi Ninrode?

Depois do dilúvio, um dos filhos de Noé, chamado Cam (Cão) viu a nudez de seu pai que se encontrava embriagado. Noé tinha ingerido a uva fermentada (alcoólica), que era uma novidade para época dele, pois o clima da Terra tinha mudado. Então Cam foi contar aos seus irmãos (Sem e Jafé), em tom de chacota, sobre o ocorrido, escarnecendo seu pai. Noé sentiu-se desonrado e o amaldiçoou. (Gn 9:20-29)

Assim Cam, amaldiçoado por Noé, tornou-se patriarca de Satanás, tornando-se escravo de seus dois outros irmãos, Sem e Jafé, além de suas gerações conseguintes. Cam foi a linhagem responsável por disseminar o mal na Terra pós-dilúvio.

Agora servo de Satanás, Cam foi tomando caminhos errados e teve um filho chamado Cuxe (ou Cuzi), neto de Noé. Cuxe casou com Semiramis e essa gerou a Ninrode. Posteriormente Semíramis também seria esposa de Ninrode (praticando a promiscuidade e o incesto).

“Cuxe também gerou a Ninrode, o qual foi o primeiro a ser poderoso na terra. Ele era poderoso caçador diante do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor.” (Genesis 10: 8,9)

Dentro do contexto bíblico, expressões como: “valente”, “poderoso” não tem boa conotação. Ninrode foi a primeira tentativa de satanás de formar um ditador mundial em uma nova ordem mundial. Ele foi o primeiro tipo de Anticristo. Ele fundou um reino EM OPOSIÇÃO ao reino de Deus. O primeiro homem a ser deificado na terra. Também chamado Ninus, da cidade de Nínive e Hércules da cidade de Hereque (ou Uruk).

Contrariando a vontade de Deus (Gn.1:28), fez as pessoas se unirem e chefiou a construção de uma torre chamada Babel (princípio do reino de Ninrode) para a adoração dos astros (O deus sol – onde ele se dizia ser), e de uma cidade – Babilônia – onde se originou todo o sistema anti-Deus (link da história de Babel). Um só reino, uma só religião, uma só língua. E Deus impediu o seu intendo. Todas as religiões falsas do mundo têm sua origem em Babilônia (Cabeça de ouro).

Gn 10: 10 – “O princípio de seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar.”.

Deus havia planejado um reino, um governo, mas quando lemos Gn.10:10, vemos claramente que outro reino estava sendo formado em oposição ao de Deus.

Gn 11: 3 – “Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.”

Flavio Josefo, um historiador judeu contemporâneo ao período da igreja do primeiro século, escreveu:

“Pouco a pouco, (Ninrode) transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor ao Eterno era fazê-los continuamente dependentes dos seus próprios poderes. Ele ameaçou vingar-se do Altíssimo, caso Este quisesse novamente inundar a terra. Vingança esta, em que construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água, conseguindo, também, vingar-se da destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho (de Ninrode), pois achavam que submeter-se ao Pai Eterno fosse escravidão. Assim, empreenderam-se em construir a torre, e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas.” (Antiguidades Judaicas). Flavio Josefo estava referindo-se à torre de Babel, descrita no capitulo 11 de Gênesis.

Mostrando uma profunda rebeldia a Deus, Ninrode chefiou a construção de uma cidade e de uma torre. A torre era a tradução de tudo que se passava naquele coração em oposição a Deus.

Quem foi Semíramis?

Por muitos séculos Semíramis foi considerada uma lenda, mas após descobertas arqueológicas na região, muitas tábuas foram encontradas, provando-se a existência histórica de Semíramis. A enciclopédia britânica dá Semíramis como uma personagem histórica, atribui a ela a fundação de Babilônia e diz ser ela a 1ª suma sacerdotisa de uma religião.

Pesquisadores cristãos gastaram suas vidas inteiras pesquisando a história nesses locais, suas lendas e religiões. A história babilônica relata:

Semíramis era casada com Ninrode (seu filho) e após a morte dele, estando ela grávida, deu à luz a Tamuz. Semíramis reivindicou que este filho era a re-encarnação de Ninrode. Ela havia muito provavelmente escutado a profecia do Messias de Gênesis 3:15, e reivindicou que seu filho fora concebido de maneira sobrenatural; Semíramis reivindicou que Tamuz era a semente prometida, o “Salvador”.

Quando Tamuz era moço e estava caçando nas matas, foi morto por um porco selvagem. Seu corpo ficou estirado em cima de um tronco apodrecido. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Tamuz como um ente espiritual.  E para não dizer que seu filho havia morrido como outro mero mortal, dizia que ele voltou para o Sol. E disse ainda que onde o corpo tinha ficado quando morto, nasceu um pinheiro. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Tamuz/Ninrode para uma nova vida. Passou o pinheiro, na data de seu nascimento, ser referência do renascimento de Tamuz no mundo.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Tamuz/Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Tamuz/Ninrode era 25 de dezembro (dia de adoração em Babilônia), esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! (Ver Jr. 10:1-4). Era comum naquela época (até os dias de hoje) as pessoas levavam um pinheiro para dentro de suas casas e o enfeitarem como símbolo de referência do renascimento do Tamuz/Ninrode, todo dia 25 de dezembro. Então Semiramis, com todas as mulheres que serviam na sua religião, choraram e jejuaram por 40 dias, sendo que no final desse jejum era acompanhado também de trocas de presentes que estavam depositados nos pés do pinheiro. Origem do hábito de troca de presentes no Natal.

Veja o texto:

Ez 8: 14,18 – “Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. Então me disse: Viste, filho do homem? Verás ainda maiores abominações do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam `a entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim virados para o oriente, adoravam o sol. Então me disse: Viste, filho do homem? Acaso é isto coisa leviana para a casa de Judá, o fazerem eles as abominações que fazem aqui? pois, havendo enchido a terra de violência, tornam a provocar-me à ira; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. Pelo que também eu procederei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade. “Ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei.”

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol.

Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua.

No Egito, [Semíramis e Ninrode] chamavam-se Isis e Osíris; na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), ou na América do Sul, deusa-mãe virgem Caraíba. Semíramis também é a Rainha do Céu (Virgem Maria) dos católicos.

E por que Semíramis e Ninrode tem tantos nomes diferentes? Porque os povos após a confusão de línguas em Babel, foram espalhados pelo mundo da época e levaram para seus novos grupos a adoração ao deus sol e a rainha do céu. Então, os povos espalharam essa história mudando os nomes dos deuses Ninrode, Semíramis e Tamuz conforme a língua. É por isso também que praticamente todos os deuses pagãos tem a mesma história de nascimento e data de aniversário (25 de dezembro), porque na verdade era um só: Ninrode, o deus sol.

Portanto, durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo “cristianismo popular” levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a ideia da “virgem e o menino”. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema Noite Feliz, repetem ano após ano esse tema popular da virgem e o menino nas famosas Cantatas de Natal.

“a mãe das prostituições (das meretrizes) e das abominações da terra”. (Apocalipse 17.5)

Mãe significa: aquela que “deu origem à”. Babilônia é a mãe das abominações da terra, a mãe das prostituições (meretrizes) da terra.”

Vemos em Apocalipse, nos últimos capítulos da Bíblia, Babilônia sendo julgada. O que mostra isso? Mostra que o espírito de Babilônia esteve presente o tempo todo, o tempo todo na história da humanidade. Se estudarmos a história como Babilônia física foi destruída (a antiga cidade, hoje são apenas ruínas) e compararmos com a destruição de Babilônia descrita na Bíblia, com as profecias em Isaías 13:19-22, Isaías 46 e 47, Jeremias 51 e 52, veremos que essa destruição descrita na Bíblia, ainda não aconteceu até hoje. E eu não admito mais participar dos manjares babilônicos como a maioria da humanidade participa. BASTA!

No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da Rainha do Céu Semíramis – Jeremias 44) nascera em 25 de dezembro.

O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo.

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal.  Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século IV). Somente no século V foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

O próprio Jesus, os apóstolos, e a igreja, nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época e na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar. MAS, os antigos “Mistérios babilônicos” idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, têm sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

De acordo com os cálculos dos romanos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes – ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas – enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo.

A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Rei Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados do paganismo para o pseudo cristianismo.

Como a festa de natal se introduziu nas igrejas?

The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:

“As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitarem como cristã essa festividade pagã. Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares. Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo a principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria muito especial. “Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la.”

O artigo já citado da The New Schaff-Herzog Encuyclopedia of Religious Knowledge explica como o reconhecimento do dia de domingo (dia em que antes os pagãos adoravam o sol) por parte de Constantino, e como a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) deram motivo aos pagãos do século 4, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de Dia do Nascimento do Filho de Deus.

“Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.” (1Coríntios 4:2) 

Foi dessa forma que o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental, e ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao deus sol. E esteja certo de uma coisa, caro leitor. Toda vez que você ouvir falar em “Espírito do Natal ou Espírito natalino”, é o deus sol que está atuando e sendo celebrado. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

Por que os Reis Magos deram presentes a Cristo?

Vejamos o que diz a Bíblia com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

“E, tendo nascido Jesus em Belém de Judeia no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém, e, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.” (Mateus 2.1,11)

Fazendo uma simples exegese deste texto, percebemos que não temos como afirmar quantos magos eram, apesar de dizerem que eram três. Nem, muito menos a “cena bucólica do presépio” retrata uma ilustração da realidade ocorrida, uma vez que o texto é claro quando diz que eles entraram “na casa”, e não em um estábulo, a possibilidade de um engano era impossível, por mais simples que fosse a moradia.

Outro fato importantíssimo a se considerar, foram que as condições do nascimento de Jesus só se deram naquela circunstância, porque em decorrência ao censo levantado por Herodes, Belém estava lotada, e não havia mais acomodações disponíveis. Por esta feita, e por permissão de Deus, o nosso Salvador nasceu em um estábulo. Mas quando os magos chegaram, não encontraram o Salvador mais no lugar de seu nascimento, mas em uma casa.

Mas afinal de contas, por que os Reis Magos levaram presentes para Cristo em sua casa? Será que foi por causa do seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram várias semanas ou meses depois do seu nascimento. Veja o texto:

“Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos.”(Mateus 2:16)

Como já dissemos, ao contrário do que mostram os presépios, a Bíblia mostra que Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO. Por quê?

No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com frequência no Antigo Testamento e ainda persiste no Oriente e até em ilhas do Pacífico Sul.

Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo. Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus, profetizado precisamente pelo profeta Daniel. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo do Pai Eterno, é apenas a continuação de um costume pagão.

As Velas

Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário (acabou a luz!), para iluminar ambientes, ou como decoração naquele jantar romântico, mas, no Natal, elas absorvem uma simbologia satânica, ainda mais vermelha! As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos.

As velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

Acendê-las constituem um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acesa está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo as velas são chamadas de demônios; é uma simbologia de “manter os demônios vivos”.

As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah.

Nas encruzilhadas elas encontram-se em abundância e nos centros espíritas também, e principalmente no Natal elas assumem esta simbologia sutil, e fica estranho alguém que afirma conhecer tão bem o evangelho, ficar acendendo velas em casa.

A Árvore de Natal

A Árvore de Natal, o mais resistente símbolo natalino, ressuscita o deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Tamuz, o espírito natalino. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore, e como sabemos que os mortos não voltam o que se manifestam são demônios (enganadores).

A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz:

“A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao deus-menino”.

A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem.

Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode, Tamuz e a Semíramis.

Leia com muita atenção o texto bíblico a seguir:

“Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”(Jeremias 10:3-4)

O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costume de povos pagãos.

“Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do Senhor teu Deus, que fizeres para ti.” (Deuteronômio 16:21)

As bolinhas de enfeites da Árvore de Natal

Esse aparente e inocente adorno teve origem durante os cultos a Baal. Já vimos que a árvore era elemento fundamental ao culto pagão, e como oferta, ofereciam-se sacrifícios humanos de crianças meninas. Essas, após serem mortas, tinham suas pequenas cabeças (bolinhas) decepadas e penduradas na árvore.

Os lacinhos que acompanham as bolinhas personificam a cabeça de menininha. E, devido a decapitação, elas se ensanguentavam e tornavam-se completamente avermelhadas; quanto maior fossem o número de cabeças penduradas, maior e mais importante era o sacrifício.

A Troca de Presentes à meia noite

A Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155, diz:

“A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”.

É mais uma perpetuação do culto a Tamuz (Ninrode), onde as oferendas (presentes) a ele eram colocadas por seus súditos aos pés da tal renascida árvore. E ainda hoje, aonde são colocados os presentes de natal? Aos pés da árvore! Nada mudou em todos esses séculos.

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! É ato abominável diante do Eterno e a festividade como um todo.

Se você quer dar presente a filhos, parentes e fazer o famoso amigo secreto no fim de ano que o faça, mas não espiritualize isso. Presenteie por amor e por alegria, pois bem aventurado é o que dá com alegria.

O que faz a maioria nessa festividade? Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando o que tem e o que não tem em presentes para parentes e amigos. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal. Outra loucura é que tudo isso ainda culmina no ritual de só se efetivar a troca desses presentes na fatídica Meia-noite. De onde o povo tirou isso? Quantas vezes você e suas crianças lutaram contra o sono, só para abrir presente e cear à Meia Noite, em casa ou na Igreja?

Não se enganem, não há nenhuma relevância espiritual neste rito, mas o fato é que à meia noite os satanistas também estão dando presentes aos demônios, derramando sangue de virgens e crianças, na hora das mais densas trevas, hora essa que marca também a virada dos orixás nos centros de candomblé. Dar presentes à meia-noite, como toda a festa, é abominação ao nosso Pai Eterno.

“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção.” (Efésios 4:30)

A Guirlanda

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus?” (Marcos 12:24)

A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeita as portas de tantos lares, é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro Answer to Questions:

“A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal. Na verdade, as guirlandas são memorial de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona”. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, etc.. Para tudo isso serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que são colocadas nas portas das casa, porque simbolizam as boas vindas, lugar de entrada.”

Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio.

O Presépio

O presépio é um altar a Baal (Ninrode), consagrado desde a antiguidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, como um dos líderes da Igreja Católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável.

Está relacionado diretamente com os rituais solstícios. Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. Se você tiver a curiosidade de ler a história cristã, verá firmemente que a influência romana é presente em quase todo o comportamento cerimonial da igreja chamada “evangélica”.

As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um incentivo à idolatria.

Nas colônias inglesas, nos Estados Unidos, quando os chamados puritanos ingleses chegaram na América do Norte, fizeram tremenda resistência às festividades natalinas e levantaram sua voz em protesto com relação aos objetos utilizados no Natal. Isto porque estudaram as origens e estavam com a fé firmada só em Jesus. Os ingleses paravam nesta data em profunda reflexão intercedendo pela América do Norte e pelas nações da Terra, clamando por misericórdia porque o paganismo tinha sido inserido no meio do Cristianismo, e neste dia faziam orações e jejuns, por entenderem que os presépios eram altares consagrados, um incentivo subjetivo à idolatria.

Quando os imigrantes holandeses chegaram à América do Norte, por terem tendências de viverem por símbolos e conservarem com muita veemência o “espírito natalino”, trabalharam até resgatar as idolatrias do Natal. Hoje a América do Norte é uma das nações mais inclinadas às tão famosas festas natalinas. Houve um resgate dos presépios não só dentro da sociedade secular, como também da eclesiástica.

Hoje no Brasil, a abertura do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo” que envolve nada mais que plantonistas relacionados ao resgate da identidade pagã, aonde geralmente o Papa ou algum alto sacerdote dá perdão as maldições hereditárias dos fiéis.

A missa é celebrada diante de um presépio, cujas figuras estão relacionadas com Babilônia e não com a realidade do Evangelho.

Um culto camuflado aos deuses pagãos. É a sutileza do diabo querendo prender e tornar a fé cristã inoperante.

O Papai Noel

Faz parte da lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século V.

A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:

“São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro… conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre… deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau… “A figura do Pai Natal tem origem na história de São Nicolau, um santo especialmente querido pelos cristãos ortodoxos e, em particular, pelos russos”.

São Nicolau, quando jovem, viajava muito, ficou a conhecer a Palestina e Egito. Por onde passava ficava na memória das pessoas devido à sua bondade e ao costume que ele tinha de dar presentes às crianças necessitadas. Conta-se que o primeiro presente que o Papai Noel deu foram moedas de ouro entregues a três meninas pobres. Quando voltou a sua cidade natal, Pátara na província de Lícia, Ásia Menor, São Nicolau foi declarado bispo da cidade de Mira.

Com o tempo, o santo foi ganhando fama de fazedor de milagres, sendo esse um dos temas favoritos dos artistas medievais. Nessa época, a devoção por São Nicolau estendeu-se para todas as regiões da Europa, tornando-o o padroeiro da Rússia e da Grécia, das associações de caridade, das crianças, marinheiros, garotas solteiras, comerciantes, penhoristas, e também de algumas cidades como Friburgo e Moscou.

Milhares de igrejas europeias foram-lhe dedicadas, uma delas ainda no séc. VI, construída pelo imperador romano Justiniano I, em Constantinopla (Istambul).

A Reforma Protestante fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (a atual cidade de Nova Iorque) nas colônias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adotado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus – em português, Pai Natal.

Repetindo: se o protestantismo recebeu o NATAL pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira? Sua origem é diabólica e mundana! Por isso a palavra nos adverte abundantemente a respeito dos costumes dos povos.

“E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós, porque fizeram todas estas coisas; portanto fui enfadado deles.” (Levítico 20:23).

“Não aprendais o caminho das nações.” (Jeremias 10:2a).

“Porque os costumes dos povos são vaidade.” (Jeremias 10:3a).

“Adúlteros e adúlteras, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade com o Eterno? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo do Eterno.” (Tiago 4:4).

Por todos estes motivos comecei esse estudo dizendo à respeito da necessidade da mudança. Temos duas escolhas: preferir viver nos costumes das nações e continuar na inimizade com nosso Pai, ou mudarmos a prática habitual e nos adaptarmos a Sua palavra. A escolha é pessoal!

Muitas pessoas preferem viver em sua prática habitual, pois querem sair pela tangente de que o sentido do NATAL hoje é outro. Que sentido bom pode haver onde não há a presença do nosso Pai Eterno?

“Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.” (Tiago 1:17).

Devemos ter sempre a referência das Escrituras, isso é tudo que precisamos para manter-nos longe da idolatria. Não devemos participar, ou pensar, que nosso Pai Eterno está presente nessa falsa festa, pois, para termos a certeza da ausência Dele, só precisamos saber o que diz a Palavra:

“Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? Ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre o Messias e Belial? Ou que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário do Eterno com ídolos? Pois nós somos santuário do Deus vivo, como ele mesmo disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Eterno; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Eterno Todo-Poderoso.” (2 Coríntios 6: 14–18).

“O meu anjo irá à frente de vocês e os fará chegar à terra dos amorreus, dos hititas, dos ferezeus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuseus, e eu os exterminarei. Não se curvem diante dos deuses deles, nem lhes prestem culto, nem sigam as suas práticas. Destruam-nos totalmente e quebrem as suas colunas sagradas.” (Êxodo 23.23,24)

“Não procedam como se procede no Egito, onde vocês moraram, nem como se procede na terra de Canaã, para onde os estou levando. Não sigam as suas práticas.” (Levítico 18.3)

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2)

Querido leitor, estamos no tempo da restauração de todas as coisas antes do retorno do nosso poderoso Salvador. É tempo de dar um basta a TODAS as práticas pagãs em nosso meio. Antes que seja tarde demais. Pesquise e não se AMOLDE a este mundo.

É por causa dessas e outras práticas que desagradam ao Pai, que estamos com uma vida espiritual tão vazia, tão sem poder. Para se ter uma vida de total intimidade com o Pai e com Jesus, temos que nos DESPRENDER de toda o paganismo e idolatria. “O mundo ainda não viu o que Deus pode fazer COM, POR  e ATRAVÉS de uma pessoa completamente consagrada a Ele.”

Veja o vídeo abaixo para ampliar ainda mais o seu entendimento sobre o assunto. É curto e imperdível!

SOBRE A FESTA DO ANO NOVO

Jano (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro. Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes.

A festa de ANO NOVO é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o “Ano-Novo”. A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em português significa “despertar”.

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces – uma voltada para frente e a outra para trás.

Tudo começou, de novo… na Babilônia

Estudos realizados em antigas inscrições, indicam que as comemorações de ano-novo ganharam mundo a partir da Babilônia, a 3000 AC. Celebrada em meados de março, essa festividade era decisiva. Segundo o The World Book Encyclopedia: “Nessa ocasião, o deus Marduque resolvia qual seria o destino do país no ano seguinte”. A comemoração do ano-novo dos babilônios durava 11 dias e incluía sacrifícios, procissões e ritos de fertilidade.

Por um tempo, o ano-novo dos romanos também começava em março, mas, em 46 AC, o imperador Júlio César assinou um decreto estabelecendo o início dele em 1.º de janeiro. Esse dia já era dedicado a Jano, o deus das origens e deus dos portões, e a partir daí também marcaria o início do ano romano. A data havia mudado, mas o clima de festa continuava. A Cyclopedia de McClintock e Strong relata que, em 1.º de janeiro, as pessoas “entregavam-se a intemperança e a várias formas de superstições pagãs”.

Ritos supersticiosos têm seu lugar nas comemorações de ano-novo até nos dias de hoje. Por exemplo, em algumas regiões da América do Sul, as pessoas saúdam o ano-novo apoiadas apenas no pé direito. Outros tocam buzinas e soltam rojões. Segundo um costume tcheco, come-se sopa de lentilhas no ano-novo, ao passo que a tradição eslovaca dita que se deve colocar dinheiro ou escamas de peixe debaixo da toalha de mesa. Esses rituais, cujo objetivo é espantar a má sorte e garantir a prosperidade, simplesmente perpetuam a antiga crença de que a virada do ano é uma ocasião para decidir destinos. Misticismo puro!

Por que soltamos Fogos de Artifício na festa de Ano Novo?

Conforme o missionário jesuíta Ricci observou, os fogos de artifício eram parte integrante das comemorações religiosas dos chineses. Os fogos de artifício foram “inventados pelos chineses para afugentar demônios no Ano-Novo e em outras ocasiões comemorativas”, explica a revista Popular Mechanics. “Desde os mais antigos tempos pagãos, as pessoas têm carregado tochas e feito fogueiras ao ar livre por ocasião das grandes comemorações religiosas. Nada era mais natural do que acrescentar às festividades luzes de fogos de artifício espetacularmente coloridas e que se movimentavam”, declara Howard V. Harper, em seu livro Days and Customs of All Faiths (Feriados e Costumes de Todas as Crenças).

Pouco depois da adoção de fogos de artifício pelos cristãos nominais, foi designada uma santa padroeira para os fabricantes de fogos de artifício. “O pai [de Santa Bárbara], segundo se diz, prendeu-a numa torre e depois a matou porque ela era cristã. Ele foi atingido fatalmente por um raio e, por uma analogia mais extensiva, Santa Bárbara tornou-se a padroeira dos fabricantes e dos usuários de armas de fogo e de fogos de artifício”, declara The Columbia Encyclopedia.

Ninguém nunca mais me verá admirando a soltura de fogos de artifícios na virada do ano, nem servindo banquetes à meia noite, por mais gostoso que isso tudo seja! Porque agora eu compreendi e me dobrei a verdade. Fuja de toda abominação diante do nosso Pai Eterno.

Com o passar do tempo, o calendário gregoriano tornou-se quase universal e foi introduzido em países como a França, Itália, Espanha e Portugal. As inevitáveis promessas feitas em toda passagem de ano – tão comuns quanto não cumpridas – também fazem parte de uma antiga tradição babilônica: ao invés de prometerem levar uma dieta a sério, arrumar namorado ou parar de fumar, eles juravam aos deuses devolver os equipamentos de agricultura emprestados de amigos.

Os gregos utilizavam um bebê como tradição simbólica do Ano Novo, desfilando com ele em homenagem a Dionísius, o deus do vinho. O ritual representava o espírito da fertilidade pelo renascimento anual desse deus. Foi só em 1885, na França, que se criou a palavra hoje popularizada “Réveillon”. Foi lá também que utilizou-se pela primeira vez a expressão “fim de século”.

Por mais atraentes e agradáveis que pareçam ser as comemorações de natal e ano-novo, a Bíblia nos exorta a ‘cessar de tocar em coisa impura’ e a ‘purificarmo-nos de toda imundície da carne e do espírito’. Para os que lhe obedecem, nosso Pai Eterno oferece a calorosa garantia: “Eu vos acolherei… Eu serei pai para vós e vós sereis filhos e filhas para mim.” (2 Coríntios 6:17b-7:1) De fato, Ele promete bênçãos eternas e prosperidade a todos os que são leais a ele. (Salmo 37:18, 28; Apocalipse 21:3,4,7)

Preste bastante atenção, caro leitor. Este blog tem sido ferramenta de RESTAURAÇÃO há anos. Então me escuta: Quero declarar, com todas as letras, que a partir da publicação deste artigo, todas as festas PAGÃS estão deletadas de uma vez por todas da minha vida! E demorei demais em tomar essa decisão. Fui conivente demais, diplomática demais, para não me indispor com meus familiares e amigos e evitar ser a “estranha no ninho”. Demorei três anos para tomar essa decisão, mas essa é uma decisão pessoal e irrevogável.

E a principal e mais difícil mudança será NUNCA MAIS FESTEJAR O NATAL E O ANO NOVO. Basta de relativizar. Respeito as pessoas que não querem NEM OUVIR falar que estas festas NÃO AGRADAM ao nosso Pai. Mas vou seguir o caminho que acho correto. Meu coração quer apenas uma coisa com todas as forças de meu ser: A DESCONTAMINAÇÃO DE TODA PODRIDÃO PLANTADA POR SATANÁS NESTE MUNDO E ME SANTIFICAR NA PRESENÇA DO MEU PAI ETERNO!

Então vou repetir o que comecei o artigo falando: VOCÊ, TODOS OS ANOS, PARTICIPA DE FESTAS MILENARES E ABOMINÁVEIS AO NOSSO PAI ETERNO! VOCÊ ADORA, TODOS OS ANOS, UM DEUS DA BABILÔNIA (no natal) E OUTRO DE ROMA (no ano novo).

“Quem tem ouvidos para ouvir, OUÇA”

Artigo relacionado:
Por que NÃO devemos celebrar o NATAL?

Fonte:
http://pt.shvoong.com/f/humanities/religion-studies/1857592-natal-se-origina-em-tradi%C3%A7%C3%B5es/#ixzz29OLVJ0KG
http://www.rechovot.org.br/web/estudos/estudos-biblicos-texto/estudos-biblicos-texto-a-verdade-arespeito-do-natal/
http://www.instituteffl.com/moodle/mod/resource/view.php?id=892
http://teseconspiracional.weebly.com/ninrode.html
http://pastormauriciocerqueira.blogspot.com.br/2010/12/natal-babilonia-ninrode-paganismo.html

3 Comments

  1. Então quando meu time favorito ganha a partida final fazendo deste um campeão e para manifestar minha alegria eu solto fogos. Para você é como que eu estivesse homenageando um deus pagão pelo seu sucesso? Sou um escritor bíblico, sei que se eu quiser escrever sobre um determinado assunto eu encontro passagens suficiente para provar o que penso. Assim como fez! Buscou várias passagens para tentar provar suas ideias. Assim disse o apostolo Paulo, até carne oferecida a ídolos eu como pois não vejo pecado nisto. Mas se o pecado esta em vosso coração é melhor que não coma. Se estas festas em meu coração esta para homenagear o nosso salvador, mesmo não tendo escritos bíblicos, não vejo pecado nisto, se em seu coração você vê idolatria melhor que não festeje. Nas festas de fim de ano, solto fogos de alegria por estarmos reunidos em família e estar se iniciando um novo ano e isto não é pecado para mim. Se para alguém isto é uma manifestação idolatra ou demoníaca, não festeje pois com certeza estará pecando. É como seu coração está que conta, não o quer que alguém diga contra. Mas devo admitir que muitas coisas você esta certo, em relação a usos e costumes, a mudança é realmente uma renuncia de hábitos. As igrejas confundem as verdades bíblicas dando ouvidos ao Anti-cristo e o pai da mentira prospera.

  2. Marcos Rogério Ferreira dos Santos

    Muito bom estudo Cris, vivemos em uma verdadeira Babilônia, sendo que deuses que eram venerados antes ainda são hoje mas com nomes diferentes. Datas comemorativas como Natal,Ano Novo, Páscoa,Dia das Mães e até aniversários carregam sempre algo voltado para o paganismo e simbologia oculta. Precisamos despertar dessa sonolência espiritual e nos posicionarmos se não seremos coniventes com o erro. Agradeço por estar sempre buscar alertar as pessoas, que o CRIADOR a abençoe.

  3. Miguel Resplande

    Muito interessante o estudo! Só confirmou o que eu já sabia… Bom demais!!!

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