A Igreja NÃO irá para o céu!, Arrebatamento dos Santos, Projeto Blue Beam: Falso Arrebatamento

O Arrebatamento é pré ou pós-tribulação?

Conforme já tratamos em outros artigos, um dos maiores e mais recentes enganos escatológicos diz respeito ao arrebatamento pré-tribulacional, pregado por dispensacionalistas tradicionais.

A Igreja, segundo eles, não terá que enfrentar o anticristo, nem terá que perseverar em meio à grande tribulação, mas será arrebatada antes, retirada ao Céu, onde estará sete anos com Cristo, ao passo em que os incrédulos serão deixados para trás. Dividindo a segunda vinda de Cristo em duas partes e a ressurreição em três, o pregador anglicano John Darby (1800-1882), que introduziu esse falso ensino nas igrejas, convenceu a muitos que a volta de Jesus será secreta, e que a Igreja não estará na grande tribulação. Algo jamais crido antes em dezoito séculos de Cristianismo, rejeitado sumariamente por todos os Pais da Igreja e por todos os Reformadores.

Mas será que a Bíblia dá base para a crença de que a Igreja não estará na grande tribulação? Estariam certos aqueles que dizem que Jesus voltará duas vezes? Têm eles razão em dizer que a Igreja será tirada da terra antes da tribulação, ao invés de protegida por Deus em meio a ela? E como podemos entender todos os versos bíblicos constantemente mencionados pelos adeptos dessa nova teoria?

Em absolutamente TODAS as passagens bíblicas em que o autor passa detalhes específicos e dedica-se o capítulo inteiro a fim de tratar-se do tema tribulacional apocalíptico, eles nunca falam sobre o “arrebatamento pré-tribulacional”. Ao contrário, como veremos adiante, todas elas – Mateus 24; Marcos 13; Lucas 21 e 2Tessalonicenses 2 – nos revelam que a Igreja ficará na Grande Tribulação, só sendo reunida para junto do Senhor ao final dela, e não antes dela. Os que se opõem a isso fazem uso de passagens isoladas que, quando analisadas corretamente e colocadas em seu devido contexto, constituem-se em fortíssimas provas contrárias ao pré-tribulacionismo ao invés de favorecê-lo. Veremos isso ao longo de todo este estudo. Vamos começar com a mais famosa de todas as passagens [isoladas] por eles utilizada:

1 Tessalonicenses
16 Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que dormiram em Cristo ressuscitarão primeiro [1].
17 Depois nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados[2]
juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.

A partir dessa passagem em que Paulo escreve aos tessalonicenses sobre o “arrebatamento”, podemos ter a certeza de quando é que ele acontece pelo fato de estar diretamente relacionado à ressurreição. Noutras palavras, Paulo nem precisou dizer a eles quando exatamente que se dá esse arrebatamento, pois os próprios tessalonicenses já sabiam quando se dava a ressurreição dos mortos, e, consequentemente, saberiam então quando é o momento do arrebatamento, pois é
logo depois desta primeira ressurreição. Acontece que todos os judeus e todos os cristãos primitivos acreditavam fielmente e convictamente que a ressurreição se dá apenas no ÚLTIMO DIA:

“E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia. Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:39,40)

Esse fato era plenamente aceitável até mesmo entre os próprios judeus, o que se percebe claramente a partir da convicção de Marta a respeito de seu irmão Lázaro: “Disse-lhe Marta: Sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia” (João 11:24). Portanto, vemos que era aceitável e reconhecido entre os cristãos da Igreja Primitiva que a ressurreição acontecia somente na conclusão de todas as coisas, somente no último dia! Desta forma podemos entender completamente o que Paulo escreve aos tessalonicenses. Eles sabiam que a ressurreição só acontecia neste último momento após que todas as coisas fossem concluídas, no ÚLTIMO DIA. Então, Paulo lhes deixa claro que o arrebatamento só se passa DEPOIS (e não “antes”) dessa ressurreição. Veja novamente:

Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o
mesmo Senhor descerá do céu e os que dormiram em Cristo ressuscitarão primeiro.
Depois nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados
juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim
estaremos para sempre com o Senhor.” (I Tessalonicenses 4.16,17)

Perceba a ordem intitulada pelo apóstolo Paulo: primeiro vem a ressurreição; depois… o arrebatamento! Assim, fica mais do que ÓBVIO que o arrebatamento NÃO PODE SER PRÉ-TRIBULACIONAL, porque sucede a ressurreição que só acontece no último dia depois de tudo ser concluído!

Se a ressurreição é no último dia, e o arrebatamento é somente DEPOIS da ressurreição, então ele não pode ser SETE ANOS antes do “último dia”! Essa questão de lógica simples, tanto quanto outras, são problemas insuperáveis pela visão pré-tribulacionista do arrebatamento da Igreja. Paulo, dizendo aos tessalonicenses que o arrebatamento só viria DEPOIS da ressurreição, deixava claro assim a eles que esse arrebatamento não pode ser algo antes da tribulação apocalíptica ou antes do último dia.

Se Paulo acreditasse que o arrebatamento da Igreja é pré-tribulacional, então convictamente teria afirmado certamente que tal situação se daria antes (muito, muito antes) da ressurreição, e não DEPOIS dela. Pois o próprio Paulo sabia que os tessalonicenses (e todos os cristãos) estavam unidos em um só pensamento de que a ressurreição não viria antes de todas as tribulações até chegar no último dia. Perceba também que os mortos em Cristo “ressuscitarão primeiro” (v.16), isto é, Paulo estava falando da primeira ressurreição. A pergunta que fica é: Quando é que acontece essa “primeira ressurreição”? O próprio Apocalipse confirma os fatos já registrados dizendo que essa primeira ressurreição só acontece depois de todas as tribulações:

Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: reinarão com ele durante os mil anos.” (Apocalipse 20.6)

Veja que essa primeira ressurreição (que ANTECEDE o arrebatamento – 1Tessalonicenses 4:16,17) só acontecerá no juízo final DEPOIS DE TODAS AS TRIBULAÇÕES!!! Essa primeira ressurreição não é mencionada em parte nenhuma do Apocalipse enquanto se passa as tribulações do capítulo 3 até ao 19, mas só vem a acontecer no capítulo 20 do livro, depois de todas as tribulações terem se findado quando da preparação para o juízo da parte de Deus. Sendo que o arrebatamento só vem DEPOIS dessa primeira ressurreição (conforme descrição de Paulo em 1Tessalonicenses 4:16,17), segue-se logicamente que não existe essa história de que haverá um pré-tribulacionismo em que algumas pessoas são arrebatadas ANTES da primeira ressurreição, em secreto, ANTES do último dia e ANTES do capítulo 20, sendo abduzidos para o Céu enquanto só os outros ficam sofrendo algum tipo de tribulação na terra sendo “deixados para trás”.

Tal conceito é tão fraco que não resiste a um simples pensamento lógico e coerente, sendo facilmente derrubado em vista da coerência doutrinária bíblica. As outras passagens utilizadas pelos pré-tribulacionistas vão daí pra pior, sempre com algum tipo de passagem fora do contexto, como também é o caso dos que ficaram “deixados” (e que, para os pré-tribulacionistas, significa que continuaram mais sete anos na terra enquanto os outros foram “levados”), e que analisaremos a seguir:

“Dois estarão no campo; um será tomado, o outro será deixado” (Lucas 17:36)

A passagem acima tem sido vista pela ótica pré-tribulacionista em sua grande maioria. De fato, o “levado” significa o arrebatamento quando seremos levados para junto do Senhor. Mas a incoerência dos pré-tribulacionistas consite que o que for deixado não ficará vivo durante mais sete anos, mas será deixado morto. Um será deixado [morto] e o outro será tomado [arrebatado]. É esse o sentido lógico da passagem quando não seguimos o péssimo exemplo dos pré-tribulacionistas e resolvemos CONTEXTUALIZAR a passagem, a se começar pelo próprio verso seguinte:

“’Onde, Senhor?’, perguntaram eles. Ele respondeu: ‘Onde houver um cadáver, ali se ajuntarão os abutres’” (Lucas 17:37)

Veja como é tão claramente ÓBVIO de que Jesus estava se referindo a pessoas sendo deixadas mortas e não vivas na terra: ele fala sobre CADÁVERES (v.37) no verso seguinte (ou seja, de pessoas mortas), e em seguida confirma registrando os abutres, que costumavam ficar perto de pessoas mortas (realmente cadáveres…) e não de pessoas vivas. Tal descrição de Cristo no verso seguinte nos deixa mais do que evidente que a menção é de pessoas sendo arrebatadas
(“tomadas”) ao mesmo tempo em que as outras são deixadas mortas (“cadáveres”)! Isso aniquila inteiramente com o pré-tribulacionismo, pois, segundo eles, os que fossem “deixados para trás” deveriam ficar mais sete anos sofrendo as tribulações enquanto os outros “descansam lá no céu”.

Esse conceito simplesmente não existe na Bíblia, precisamente porque o momento em que os salvos serão ajuntados para junto do Senhor será no mesmo momento em que os não-salvos serão deixados mortos (e não vivos), ou seja, no final de todas as tribulações. Se a doutrina do arrebatamento pré-tribulacional fosse verdadeira, então nem existiria tribulação nenhuma, porque só haveria cadáveres para contemplar os horrores da Grande Tribulação! Contudo, o Apocalipse nos mostra pessoas vivas e conscientes passando pelas tribulações, o que nos revela que o momento em que os salvos serão arrebatados será no mesmo instante do aniquilamento dos ímpios: no último dia! O contexto todo (além do próprio versículo seguinte) mostra pessoas sendo deixadas mortas (i.e, sem vida) e não vivas durante mais sete anos:

“O povo vivia comendo, bebendo, casando-se e sendo dado em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então veio o dilúvio e os destruiu a todos. Aconteceu a mesma coisa nos dias de Ló. O povo estava comendo e bebendo, comprando e vendendo, plantando e construindo. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu e os destruiu a todos” (Lucas 17:27-29)

Veja que o contexto fala de destruição, morte e aniquilamento, e não de prosseguimento de vida! Se os pré-tribulacionistas analisassem o contexto, deixariam de acreditar que enquanto os santos serão arrebatados os demais serão os únicos a passar pelas tribulações do Apocalipse! A verdade é que tanto justos como ímpios estarão na Grande Tribulação, e ao final dela haverá a ressurreição do último dia (João 6:39,40; Apocalipse 20:6), e depois dela o arrebatamento (1Tessalonicenses 4:16,17), e, deste modo, um será levado [arrebatado] e o outro deixado morto como cadáver (Lucas 17:36,37), porque as tribulações já terão todas acabado! Novamente vemos, assim, que o arrebatamento é somente depois da Tribulação e não antes dela.

Agora chegamos ao ponto em que iremos deixar um pouco de lado as passagens totalmente isoladas, mal interpretadas e totalmente fora de seu devido contexto usadas pelos pré-tribulacionistas e vamos de fato as únicas menções nas quais é feito um relatório completo de um capítulo todo sendo dedicado ao tema da tribulação final e do arrebatamento da Igreja. Iremos primeiramente analisar o que Cristo ensina em Mateus 24 e depois partir para o que Paulo ensina aos tessalonicenses abordando este tema nas suas epístolas. O que nós veremos a seguir é surpreendentemente a favor de que os cristãos passariam por todas as tribulações, ao invés de serem isentos dela:

“Assim, quando vocês virem ‘o sacrilégio terrível’, do qual falou o profeta Daniel, no lugar santo — quem lê, entenda” (Mateus 24:15)

O que é afirmado aqui por Cristo é de extrema importância para compreendermos que os cristãos não serão raptados da tribulação, mas ficarão nela. Já vimos, na primeira parte deste estudo, que a tribulação apocalíptica está para acontecer e não foi algo que já aconteceu. Jesus estava se referindo ao fato que acontecerá futuramente quando der início à septuagésima semana de Daniel.
Quando isso acontecer, o anticristo irá atuar com força, e irá profanar a adoração no templo (denominado por Cristo de “sacrilégio terrível”). Só existe um probleminha nessa história toda: na teologia dos pré-tribulacionistas, todos os crentes já teriam sido raptados e não estariam mais passando por nada disso, é claro! Mas, infelizmente para aqueles que pensam assim, Jesus afirmou de modo explícito que os seus próprios seguidores estariam aqui na terra para ver o “sacrilégio terrível” introduzido pelo anticristo!

A passagem é bem clara – “Vocês verão o sacrilégio terrível”! Isso liquida com as chances de Jesus estar poupando os seus seguidores da fase em que o anticristo irá levantar-se, profanar o templo, ser “coroado” lá, etc. Tudo isso seria vivenciado pelos Santos! Perceba que Jesus não estava dizendo aos “incrédulos” que estivessem por perto; pelo contrário, estava falando com os seus próprios discípulos, alertando-os dizendo que “vocês” (isto é, os seguidores de Jesus, os salvos) verão o sacrilégio terrível (v.15), e por isso teriam que correr deste mal (v.16-19). Isso faz cair por terra toda a teologia de que ninguém precisa fugir de nada e nem ver sacrilégio terrível nenhum porque tá todo mundo “arrebatado no Céu”…!

Orem para que a fuga de vocês não aconteça no inverno nem no sábado. Porque haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.” (Mateus 24.20,21)

Veja que Jesus, se referindo à “grande tribulação” (v.21), não diz nada a respeito de que os seus seguidores já estariam todos livres dela ou que seriam raptados para o Céu para escapar da tribulação. Muito pelo contrário, eles teriam que “fugir” (v.20) dos seus perseguidores durante esse período da “grande tribulação” (v.21). Isso exclui a possibilidade do arrebatamento pré-
tribulacional por inúmeros motivos: (1) porque eles já teriam sido arrebatados e não teriam que fugir de coisa nenhuma; (2) porque a “fuga” deles não foi voando pra cima, mas sim “fugir para os montes” (v.16) para escapar da terrível perseguição que estariam sofrendo; e (3) os seus próprios seguidores não estavam isentos da “grande tribulação” que afetaria o mundo inteiro.

Qualquer pessoa em condições normais conclui certamente que Jesus em momento NENHUM deu a tal da “pregação do conforto” que é pregada nas igrejas das últimas décadas de que eles seriam todos arrebatados e não teriam que sofrer coisa nenhuma porque a tribulação é somente para os descrentes.

Ao contrário, Jesus se preocupava com eles porque sabia que eles NÃO IRIAM ESCAPAR DA GRANDE TRIBULAÇÃO, e por isso não lhes dá palavra de conforto de que seriam “arrebatados antes de tudo isso” e ainda lhes alerta detalhadamente sobre como seriam esses dias em que eles estariam sofrendo, para onde deveriam fugir, o que eles estariam vendo naqueles dias e quanta perseguição que eles teriam que suportar. Isso é completamente incompatível com o que pregam os pregadores modernos, precisamente porque eles deixam o povo feliz e empolgados com a ideia de “fugir para céu” antes de qualquer sofrimento e lhes passam palavras de alívio completamente diferente daquilo que Jesus fez alertando aos seus discípulos sobre as coisas que estariam por vir. Do início ao fim, o teor da mensagem baseava-se em suportarem as tribulações (v.9-22), fugirem dos inimigos (v.20) e perseverarem em meio aos sofrimentos até ao fim (v.13):

“Mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 24:13)

Esse versículo é bastante pregado nos dias de hoje, mas apenas quando tirado completamente de seu contexto. Diante do contexto em que Jesus aborda o aspecto da “grande tribulação” (v.21) que “viria sobre todos os que vivem na face de toda a terra” (Lucas 21:35) como “nunca houve desde o princípio do mundo e nem jamais haverá” (v.21), vemos que – nessa grande tribulação – os seus próprios seguidores deveriam “perseverar até o fim” (v.13) para serem salvos. Esse é um total disparate contra a doutrina do arrebatamento pré-tribulacional, porque: (1) ninguém precisaria perseverar em meio a tribulação porque já estariam todos se “deleitando no céu”; e (2) a perseverança é até o “fim”, isto é, dadas as devidas condições, até a própria morte!

Jesus não coloca como “limite” dessa perseverança o “arrebatamento”, mas sim algo aplicável em meio a grandes tribulações nas quais só se salva aqueles que lutam até o fim de suas vidas, se preciso. Novamente, não vemos Cristo dizendo: “Olha, tende bom ânimo porque vocês não vão passar por nada disso!”; ao contrário, os prepara para aquele momento de dura tribulação no qual os seus seguidores teriam que perseverar em meio à tudo aquilo até o fim! O que Jesus fez preparando os seus seguidores para aquele momento, os pregadores modernos estão desfazendo com a “novidade” fantástica de que todos serão “abduzidos pro céu” sem passar por tribulação nenhuma. Os eleitos não vão ser arrebatados antes da Grande Tribulação, mas ficarão nela:

“Se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados” (Mateus 24:22)

Se tudo o que já foi aqui exposto neste artigo e nos anteriores sobre o assunto não fosse suficientemente claro, neste versículo está claro que os dias de tribulação serão abreviados com a finalidade de proteger os eleitos a fim de que não fossem totalmente exterminados. Nisso fica ainda mais claro que o arrebatamento não pode ser antes de toda a grande tribulação, pelo fato de que:

(1) os dias não seriam abreviados se os eleitos não estivessem dentro da grande tribulação, como é claramente indicado dentro do próprio verso; (2) a finalidade de salvar os eleitos a fim de que não fossem exterminados seria nula e sem sentido em caso que já tivessem todos sumido para o Paraíso; e (3) Deus abreviou os dias por amor aos eleitos, ou seja, embora eles passassem pela tribulação, ela não chegará a atingir todos os eleitos de Deus porque Ele abreviaria os dias de tribulação.

Se na Grande Tribulação a Igreja estivesse “no céu” como ensinam tantos hoje em dia, o intuito de abreviar os dias não teria lógica senão por guardar os perdidos que ficaram na terra, e não os eleitos, como é claramente dito no verso. Isso é uma prova indiscutível de que os eleitos ficarão na Grande Tribulação.

Mas as evidências todas não terminam por aqui. É muito interessante que em Mateus 24:33, o Senhor Jesus, após proferir o seu sermão profético e falar de todos os acontecimentos de impacto mundial que ocorrerão na Grande Tribulação, disse o seguinte: “Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas” (Mateus 24:33). Ou seja, o Senhor Jesus diz claramente que somente após vermos todas essas coisas, ele estará próximo e às portas. Nós somente saberemos que o Senhor está próximo e às portas de seu retorno quando tivermos visto com os nossos próprios olhos todas essas coisas que acontecerão na Grande Tribulação, e não antes disso.

É interessante notar que em todo o capítulo de Mateus 24, Jesus vai citando fato por fato da Grande Tribulação e narrando como seriam aqueles dias. Ao invés dele dizer que os Seus Discípulos (Igreja; Corpo de Cristo) seriam arrebatados e assim não veriam nada disso, o que ele afirma é exatamente o inverso da doutrina pré-tribulacionista: ele ensina claramente que eles veriam (( TODAS )) aquelas coisas acontecerem (incluindo a Grande Tribulação, é claro), e somente desta maneira saberemos que o Senhor está às portas. Isso exclui inteiramente qualquer ilusão da Igreja não passar por tribulação nenhuma. O que Cristo afirma é bem categórico: eles passariam por toda a tribulação para, enfim, saber que o Senhor Jesus está voltando!

“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai…Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis.” (Mateus 24:36,42-44)

É óbvio que “o dia e a hora” (Mateus 24:36) exata ninguém sabe, mas os tempos são bem presumíveis…”Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.” (Mateus 24:32,33)… Isso também destrói com o súbito arrebatamento pré-tribulacional porque, para eles, não apenas o dia e hora, mas também o próprio tempo de Sua Vinda seria totalmente desconhecido pelos Seus Seguidores.

Paulo afirma: “Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão” (1Tessalonicenses 5:4). Por que a Igreja não seria “pega de surpresa” como um “ladrão”, mas apenas o mundo que está nas trevas? Simples: porque a Igreja saberá sobre os tempos de Sua Vinda, sobre todos os acontecimentos da Grande Tribulação (coroação do anticristo, sinais no céu e na terra, os selos, taças e trombetas descritos no Apocalipse, etc) e, por isso, já estariam atentos quanto ao tempo da volta de Jesus!

Isso nos mostra que o arrebatamento não vem senão depois que a Igreja já estiver alerta de todos os sinais da tribulação que estiverem acontecendo na época. Ora, se a Igreja já fosse arrebatada antes disso, então segue-se logicamente que seria “surpreendida” a qualquer momento (agora, por exemplo) com a segunda vinda de Cristo, o que ignora completamente o que é colocado claramente pelo apóstolo Paulo (“não serão surpreendidos como um ladrão” – 1Tessalonicenses 5:4) e por Jesus Cristo (“quando vires todas essas coisas… sabeis que ele está próximo” – Mateus 24:33).

Sumariando, o dia e a hora exatos ninguém sabe (Mateus 24:36), mas os tempos todo mundo saberá em decorrência dos acontecimentos tribulacionais e, por isso, a Igreja não será surpreendida (como se Jesus voltasse neste exato momento) e só saberá que ele está as portas depois de ver todos os acontecimentos da Grande Tribulação (Mateus 24:33).

Finalmente, a prova maior dentro de Mateus 24 vem com a própria menção do momento quando realmente os eleitos de Deus seriam levados para junto dele, algo que não acontece ANTES de toda a tribulação (que, como bem vimos, os próprios seguidores de Cristo não estão isentos dela), mas sim DEPOIS de toda a tribulação, o que também confirma absolutamente todas as provas e todo esse estudo que estamos fazendo até o presente momento:

Imediatamente após a tribulação daqueles dias[1] ‘o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados’. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu[2] com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos[3] dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” (Mateus 24.29-31)

Essa evidência final é tudo o que precisávamos a fim de colocar o ponto final na doutrina pré-tribulacionista. Precisamente vemos Cristo colocando cronologicamente a ordem de três fatos muito importantes dentro do contexto da Tribulação: (1) imediatamente após a tribulação, os poderes do céu seriam abalados; (2) em seguida, dar-se-á a segunda vinda de Jesus, para, em seguida: (3) os eleitos serem finalmente reunidos [arrebatados] para junto do Senhor, de uma a outra extremidade dos céus. Essa ordem nos coloca um fim na pura superstição do arrebatamento pré-tribulacional, pois nos mostra claramente que o arrebatamento (reunião dos eleitos) vem imediatamente APÓS, e não “imediatamente ANTES” daqueles dias [da tribulação]!

Ora, se Cristo fosse um pré-tribulacionista, então além de ficar assustando os seus discípulos com coisas que não aconteceriam com os Seus Seguidores mas somente com os ímpios e incrédulos, e além de “ESTRANHAMENTE SE ESQUECER” de mencionar o arrebatamento deles “pré-tribulacional” ao longo de todo o capítulo de Mateus 24, finalmente também “se engana” em dizer que tal reunião dos eleitos não vem antes da tribulação, mas sim DEPOIS dela! Ora, se o arrebatamento é imediatamente DEPOIS da tribulação (pós-tribulacionismo), então os salvos ficarão na terra durante tal período de tribulação, sendo apenas reunidos no momento em que se acaba inteiramente a tribulação e se dá a segunda vinda de Cristo. Essa ordem cronológica dos fatos de fato concorda com todo este estudo que já vimos até o presente momento e se iguala com tudo aquilo que a Bíblia nos mostra acerca da cronologia dos eventos apocalípticos, como vimos:

1 – Tribulação Apocalíptica
2 – Segunda Vinda de Cristo
3 – Ressurreição
4 – Arrebatamento

Concluímos o texto de Jesus em Mateus 24 (tratando-se da Tribulação, com eco no evangelho de Lucas – cap.21 – e de Marcos – cap.13) e vemos que não existe inteiramente menção nenhuma de algum tipo de arrebatamento subitamente secreto onde a Igreja desaparece da face da terra e está isenta de todas as tribulações. Ao contrário, o que vemos na descrição de Jesus é precisamente o contrário disso, ou seja, que a Igreja (sumariada pelos Seus Discípulos) seria perseguida (Lucas 21:12), atribulada (Mateus 24:8), até a morte (Lucas 21:16), veria o sacrilégio terrível (Mateus 24:15), teria que perseverar até o fim (Mateus 24:13), estaria presente em tempos de Grande Tribulação (Mateus 24:21), teria que fugir para salvar suas vidas (Mateus 24:16), e somente após a tribulação daqueles dias seria arrebatada para junto do Senhor nos ares (Mateus 24:29-31). Do início ao fim, a teologia atual de pregar o que o povo gosta de ouvir para ficar mais confortado, passa totalmente despercebida por Cristo. O que ele lhes faz não é assegurar-lhes que estariam fora de tudo isso, mas sim prepará-los para enfrentar tudo isso!

Como aqui já foi colocado, o que Jesus tentou fazer preparando os seus discípulos para a Grande Tribulação, os pregadores modernos estão fazendo o máximo para desfazer esse esforço de Jesus e pregar para o povão (que na maioria das vezes não lê a Bíblia ou tem discernimento espiritual igual a zero) o que eles gostam de ouvir, ou seja, tranquiliza-los e confortá-los com a mentira de que nada disso aconteceria com eles. Essa teologia do conforto e da preguiça desprepara o povo de Deus para a guerra, além de formar crentes fracos e frouxos na fé que não se dispõe a doar as suas vidas por amor a Cristo em tempos de Grande Tribulação, pensando que vão desaparecer da terra sem ter que perseverar nada. Os Santos irão encarar a Tribulação de frente, corajosamente, destronando Satanás em muitas vidas, antes do fim! Devemos estar preparados para estar vivos até o arrebatamento! O que pode ocorrer ou não.

O nosso próximo passo, agora, será analisarmos cuidadosamente os escritos escatológicos de Paulo, para, em seguida, passarmos ao próprio livro do Apocalipse. Como infelizmente os pré-tribulacionistas não possuem passagens em contextos escatológicos a fim de formularem a sua doutrina, passaremos ao longo dos textos a refutar também as passagens isoladas utilizadas por eles na leitura da Bíblia a fim de tentar achar vaga para um desaparecimento secreto de
crentes que não passam por tribulação alguma.

O primeiro texto paulino que analisaremos a seguir se dá logo no momento da sua primeira epístola aos tessalonicenses. Paulo acostumou, nas suas duas cartas a eles, demonstrar a realidade escatológica de que eles passariam pela tribulação até chegar o arrebatamento na segunda vinda de Cristo, após terminadas todas as tribulações:

“E a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Os quais, por castigo, sofrerão a pena da destruição eterna, ante a face do Senhor e a glória do seu poder; quando vier para ser glorificado nos seus santos, e para se fazer admirável naquele dia em todos os que crêem (porquanto o nosso testemunho foi crido entre vós)” (2Tessalonicenses 1:7-8)

Uma análise honesta destes versos mencionados pelo apóstolo Paulo nos faz uma clara referência ao arrebatamento pós-tribulacional, quando os cristãos receberão o alívio de suas tribulações, e não antes disso. Primeiramente, é bom mencionarmos que Paulo estava escrevendo exatamente para a Igreja, que estava sendo perseguida por amor a Cristo. A pergunta que fica é: quando é que os cristãos terão o alívio? Na visão dos pré-tribulacionistas, tal alívio vem evidentemente em função do arrebatamento dos crentes “para o Céu” junto com o Senhor. Nesse caso, tal situação encontrar-se-ia exatamente naquele tal do “arrebatamento secreto” em que viria de maneira invisível na qual apenas os salvos arrebatados poderiam ver. Tal suposição antibíblica, contudo, é
clarissimamente negada pelas palavras do apóstolo, que faz menção explícita de uma vinda de Cristo:

(1) “com os anjos” (v.7); (2) “em poder” (v.7); (3) e “em chama de fogo” (v.7). Essas descrições estão clarissimamente relacionadas, não a uma vinda secreta e invisível como pregam os pré-tribulacionistas, mas a uma vinda em poder, com claras e poderosas chamas flamejantes e “anjos poderosos” (v.7 – NVI). Isso nos revela que esse arrebatamento (quando os cristãos receberão o alívio de suas tribulações na volta de Jesus) não é um fenômeno secreto ou visível somente aos crentes, mas sim algo que “todo olho o verá” (Apocalipse 1:7), tanto quanto as chamas flamejantes e os próprios anjos. Será uma vinda “ante a glória do seu poder” (v.9), e não uma vinda secreta. Será uma vinda visível a todos, e não algo escondido de todos os demais. Isso por si só já é o suficiente para botar por terra a doutrina do arrebatamento secreto.

A única conclusão lógica dessa passagem é que o arrebatamento que traz alívio às tribulações sofridas pela Igreja acontecerá no mesmo momento escatológico da parousia ou manifestação gloriosa do Senhor que acontecerá ao fim do período Tribulacional. No mais, vemos outras inúmeras evidências que nos confirmam esta conclusão anterior. Por exemplo, o momento do alívio da tribulação dos cristãos (arrebatamento) na vinda de Cristo em Seu poder se dará no mesmo momento em que os ímpios “sofrerão a pena da destruição eterna” (v.9). Aqui a menção de Paulo
não pode tratar-se apenas de uma “perdição” (como vertem algumas traduções) com
continuidade de vida de mais sete anos; pelo contrário, a palavra aqui empregada por Paulo [apollumi] significa, pelo Léxico da Concordância de Strong: “para destruir completamente”.

Paulo está se referindo a uma destruição [fim de existência] dos ímpios no momento do arrebatamento dos crentes, e não a um prosseguimento de vida por mais sete anos para somente eles sofrerem as tribulações! O arrebatamento da Igreja implica na completa destruição/eliminação dos ímpios por sobre a face da terra, e não a uma continuidade de existência por mais sete anos! Tudo isso nos revela claramente e de modo lúcido e cristalino que o arrebatamento da Igreja é
um acontecimento pós-tribulacional (ou seja, após terminar o período da Grande Tribulação), momento este em que Jesus irá reunir os eleitos e que os ímpios serão destruídos da terra, dando início, assim, ao período milenar que se inicia após este momento.

Outro fato de grande valor e importância igualmente relatado pelo apóstolo Paulo com relação ao arrebatamento não-secreto da Igreja, é o fato de que ele não é acompanhado por um silêncio mortal como um fenômeno secreto ou invisível, mas sim sob barulho de sons de trombetas anunciando uma Vinda Gloriosa (e não secreta) de Cristo para ser admirado por todas as pessoas:

Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre.” (1 Tessalonicenses 4.16,17)

Aqui podemos ver que Paulo, ao invés de fazer menção a um arrebatamento secreto e silencioso, faz menção a “ordem com a voz do arcanjo” (v.16), e “ressoar da trombeta de Deus” (v.16). Definitivamente, não tem nada de “arrebatamento secreto” aqui!

Como disse o Dr. Samuelle Bacchiocchi: “Como freqüentemente se tem assinalado, esta talvez seja a passagem mais barulhenta da Bíblia”! Até mesmo a nota textual da mundialmente reconhecida tradução da NVI (Nova Versão Internacional) relata as suas dificuldades nestes termos: “Alguns sustentam que será secreto, mas Paulo parece estar descrevendo algo público e aberto, com ordem em voz alta e sonido de trombetas” (Nota Textual NVI, Comentários de 1Tessalonicenses 4:17). Igualmente valioso é o que Paulo escreve aos Coríntios sobre esta mesma questão:

Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos
transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos
transformados.” (1 Coríntios 15.51,52)

O aspecto do arrebatamento dos crentes é abordado por Paulo usando o termo de “transformação” (v.51,52) que a natureza corruptível dos homens será desfeita pela natureza incorruptível e imortal por ocasião da ressurreição/transladação dos crentes. Enquanto os salvos já falecidos ressuscitam (v.52), os santos que estiverem vivos serão “transformados” (arrebatados), num momento para o outro, “num abrir e piscar de olhos” (v.52), de mortais e corruptíveis para imortais e incorruptíveis (v.53). Note também que Paulo se inclui entre aqueles que passariam por essa transformação ocorrente na segunda vinda de Cristo, ou seja, o arrebatamento (caso ele estivesse vivo até este momento, é claro). Dois fatos são igualmente relevantes nessa outra descrição feita por Paulo. Em primeiro lugar, novamente não nos é mencionado algo secreto, mas sim algo público e aberto ao soar de trombetas (v.52).

Em segundo lugar, o mais importante ainda de tudo isso é que tal arrebatamento não se dá ao som da primeira trombeta, mas sim “ao som da última trombeta” (v.52)! Isso nos revela que tal arrebatamento não pode ser pré-tribulacional, pois, desta forma, o sonido de trombeta se daria logo no início da tribulação (ou até antes dela) e não no final dela, já na última das trombetas!

Ora, por que Paulo fez questão de ressaltar aos coríntios que o arrebatamento/transladação deles e do próprio Paulo só se daria na ÚLTIMA TROMBETA? Simples: porque ele sabia muito bem que tal situação só ocorreria depois de todas as tribulações terminarem! Se Paulo fosse pré-tribulacionista, diria certamente que isso ocorreria na PRIMEIRA TROMBETA ou até mesmo antes de qualquer trombeta tocar. Ao que ele disse ser a “última trombeta”, deixou claro aos próprios coríntios que seu arrebatamento seria no final de todas as coisas, no fim de todos os toques de trombetas, já ao término da Grande Tribulação, e não antes mesmo dela começar!

O pré-tribulacionismo é um sistema de interpretação que está todo fundamentado no que não está dito. Por exemplo, os defensores desta escola de “interpretação” (se é que podemos realmente chamar isso de “interpretação”) deduzem, sem base bíblica nenhuma, a fantástica novidade de uma terceira vinda de Cristo e de uma Segunda Vinda dividida em duas fases. Também se utilizam da pura negação de fatos óbvios, tal como tentar negar que a ressurreição é pós-tribulacional e o arrebatamento só vem DEPOIS da ressurreição (1Tessalonicenses 4:16,17), e para contornar esse “transtorno” dividem a ressurreição em umas mil fases mutilando completamente a Bíblia que coloca a ressurreição somente no capítulo 20, depois de acabar todas as tribulações. Também tentam negar que a ÚLTIMA TROMBETA de 1Coríntios 15:51,52 não é na verdade a ÚLTIMA… honestamente, mas não dá para aceitar isso tipo de “interpretação”!

A maior evidência, contudo, de que o arrebatamento dos crentes não se dá senão depois do levante do anticristo e de toda a tribulação, encontra-se naquilo que Paulo escreve aos próprios tessalonicenses, em sua segunda epístola a eles:

2 Tessalonicenses 2
1 Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele,
rogamos-vos, irmãos,
2 Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer
por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia
de Cristo já tivesse chegado.
3 Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e
deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição,
4 o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a
ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus.
5 Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?

Quando analisamos honestamente o que Paulo escreve aos tessalonicenses, excluímos definitivamente qualquer chance ou possibilidade da Igreja escapar isenta da tribulação apocalíptica. Temos que lembrar que Paulo escrevia aos tessalonicenses (Igreja) e não a descrentes ou judeus apenas. Alguns desses tessalonicenses estavam sendo enganados por doutrinas hereges que queriam adentrar na Igreja, culminando com o falso ensinamento de que “o dia do Senhor já tivesse chegado” (v.2). O que é que Paulo faz, então? Diz-lhes que antes do
dia do Senhor chegar nós não estaremos mais aqui, mas sim arrebatados “no céu”?

Nos diz que nesse dia do Senhor eles irão desaparecer daqui e de todas as tribulações? Na verdade, NÃO! O que ele lhes afirma explicitamente é que “a vinda do Senhor e a nossa reunião com ele” (v.1) não acontece senão depois da apostasia (v.3), manifestação do iníquo (v.3), que se assentará no templo de Deus (v.4), como se fosse o próprio Deus (v.4). Isso elimina completamente
qualquer chance de que a tribulação seja pré-tribulacional, precisamente porque “Primeiro” (v.3) – ou seja, “antes disso” (da vinda de Jesus e da nossa reunião com ele – v.1) – é necessário que o anticristo comece a atuar mais fortemente e se levante contra Deus no seu próprio templo! Esse acontecimento escatológico se encontra dentro da Grande Tribulação e, portanto, a própria Igreja estará dentro da Grande Tribulação!

Veja que nos é claramente relatado que a manifestação, levante e entronização do anticristo se dá primeiro em relação ao dia do Senhor e a nossa reunião com ele. Os versos acima são tão explicitamente claros contra a doutrina pré-tribulacionista, que nem mesmo alguns esforços inúteis foram capazes de superar tamanho disparate contra o pré-tribulacionismo que ensina exatamente o
contrário do apóstolo Paulo, isto é, que primeiro se daria a nossa reunião com o Senhor para apenas depois o anticristo se manifestar na terra. Paulo deixa muito bem claro que os próprios tessalonicenses (Igreja) veria todos estes acontecimentos! O professor Zwinglio Rodrigues comenta sobre este texto de Paulo aos tessalonicenses nas seguintes palavras:

“Não há dúvidas que para Paulo, o Segundo Advento de Cristo não se dará sem ser precedido pela apostasia e pela revelação do homem da iniqüidade (o Anticristo)”

E conclui o seu estudo sobre 2Tessalonicenses 2:1-3 dizendo:

“Concluindo, penso que foi possível deixar claro que o texto de 2 Tessalonicenses 2:1-3 nos informa que a nossa reunião com Cristo (arrebatamento) não se dará sem que a apostasia e o surgimento do homem da iniqüidade aconteçam. Também vimos que o período em que o Anticristo será conhecido chama-se de Grande Tribulação. Na junção desses tópicos escatológicos, compreendemos que 2 Tessalonicenses 2:1-3 é uma referência objetiva que favorece a teoria pós-tribulacionista”

Russel Shedd mantém posição semelhante sobre o tema:

“Paulo inclui a si mesmo entre os salvos que esperam a vinda de Cristo: “nós os vivos, os que ficarmos até a vinda (parousia) do Senhor” (1Tessalonicenses 4;15), e em 2Tessalonicenses 2:8 diz que o iníquo “será destruído pela manifestação da sua (Cristo) vinda (parousia)”. Nós, os vivos, (membros da Igreja na terra), ficaremos até o Anticristo ser afastado do poder”

A colocação feita acima por Shedd é muito perspicaz, pois nos revela claramente que a parousia (quando acontece o arrebatamento – 1Tessalonicenses 4:15-17) na visão paulina identifica-se depois da destruição do anticristo (2Tessalonicenses 2:8). A correlação entre as duas palavras (idênticas) nestes dois textos nos mostram que a parousia (momento da Vinda do Senhor e arrebatamento dos crentes) só acontece depois de concluídas todas as fases da Grande Tribulação.

O Dr. Samuelle Bacchiocchi, ex-professor de História Eclesiástica e Teologia da Universidade Andrews, segue linha semelhante sobre as provas evidentes do texto de 2Tessalonicenses 2:1-3, dizendo:

“O que é crucial nesta passagem é que Paulo não faz menção de um arrebatamento pré-tribulacional como um precedente necessário para a Vinda do Senhor. Contudo, este seria o argumento mais forte que Paulo poderia apresentar para provar aos tessalonicenses que o dia do Senhor não poderia possivelmente ter vindo, uma vez que o seu arrebatamento para fora deste mundo ainda não tivera lugar. A omissão de Paulo desse argumento vital sugere fortemente que Paulo não cria num arrebatamento pré-tribulacional da Igreja”

E conclui logicamente:

“Esta conclusão também é apoiada pela menção por Paulo do aparecimento do anticristo – um evento indiscutivelmente tribulacional que os crentes verão antes da vinda do Senhor. Se Paulo esperasse que a Igreja fosse arrebatada deste mundo antes da tribulação causada pelo aparecimento do anticristo, ele dificilmente teria ensinado que os crentes veriam tal evento antes da vinda do Senhor. Que interesse os tessalonicenses teriam no aparecimento do anticristo,
juntamente com a tribulação que o acompanharia, se devessem ser arrebatados para longe desta Terra antes de esses eventos terem lugar? Assim, tanto por sua omissão quanto por sua afirmação, Paulo nega o ponto de vista de um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja”

Portanto, fica muitíssimo claro que “a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com ele” (v.1) não acontece sem que “primeiro venha a apostasia [1], e deve manifestar-se o homem da iniquidade[2], o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado[3], a ponto de tomar lugar no templo de Deus[4], e apresentar-se como se fosse Deus
[5]” (v.3,4)! Veja que Paulo enumera pelo menos cinco fatos que deveriam acontecer antes da vinda de Jesus e da nossa reunião com ele: a apostasia, a manifestação do anticristo, o seu levante contra tudo o que é divino e sagrado, a sua tomada do templo de Deus e a sua apresentação como se fosse o próprio Deus. Uma vez sendo fato indiscutível que tais fatos acontecem dentro da Grande Tribulação (e não “antes” dela), segue-se logicamente que a Igreja passará pela Grande Tribulação. E Paulo continua:

2 Tessalonicenses 2
6 E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja
manifestado.
7 A verdade é que o mistério da iniqüidade já está em ação, restando apenas que
seja afastado aquele que agora o detém.
8 E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua
boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda.

Paulo termina a sua exortação aos tessalonicenses no mesmo ponto que ele iniciou ela. Primeiro, ele afirma que alguns tessalonicenses haviam sido enganados como se “o dia de Cristo já tivesse chegado” (v.3), e diz que “a vinda [parousia] de nosso Senhor Jesus e a nossa reunião com ele” (v.1) se dará após certos acontecimentos, citando-os a partir do verso 3 e concluindo no
verso 8 com a própria morte do iníquo (anticristo). Depois de citar todos os acontecimentos dentro da Grande Tribulação, ele fecha o tema abordado no mesmo ponto que ele iniciou, informando-os quando é, então, que de fato se dará a vinda [parousia] de Jesus que ele aborda ao longo de todo o contexto:

“… 8 E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda [parousia]”

Aqui vemos claramente que esta parousia (Vinda do Senhor que os tessalonicenses estavam esperando para serem reunidos com Ele) só se dará após a própria destruição e aniquilação do anticristo. Este fato só se dará, evidentemente, já na fase final da Grande Tribulação. Portanto, a “vinda [parousia] do Senhor e a nossa reunião com ele” (v.1) se dará depois de todos os acontecimentos da Grande Tribulação (v.3-8), consumando-se apenas no momento da destruição do iníquo por ocasião desta mesma vinda-parousia (v.8). Qualquer leitor honesto da Bíblia concluirá que a reunião dos eleitos é depois, e não antes, dos fatos ocorridos na Grande Tribulação, desde a manifestação do iníquo (v.3) até o aniquilamento dele (v.8). Só é aí que a parousia [vinda do Senhor com consequente ajuntamento dos santos – v.1] se dará (v.8).

Quem tem ouvidos para ouvir, OUÇA!

ARTIGOS RELACIONADOS: (veja todos no link http://www.evangelhoperdido.com.br/category/arrebatamento-dos-santos/)

 

Fonte:
BANZOLI, Lucas. A Igreja na Grande Tribulação.

 

52 Comments

  1. Muito bom, belo artigo e muito esclarecedor, não fosse pelo fato de que quem vier a ler, ter alguma dúvida no que tange a questão a qual os pré-tribulacionistas usam bastante dizendo que tanto no profeta Daniel quanto no sermão do monte se faz referência apenas ao judeus e não a igreja, algum irmão menos esclarecido pode cair neste ponto especificamente…no geral foi bom…paz no Senhor Jesus

  2. JEFFERSON LAMAS

    Concordo totalmente com a lógica, mas Mateus 24: 15-20 falam da destruição de Jerusalém, mas realmente os discípulos e as pessoas de Deus teriam de passar por isso.

  3. João

    Muito Bom!!!!
    Se basear num sonho de uma garota para trazer uma doutrina como John Nelson Darby fez é inaceitável. Dispensacionalismo como Cyrus Ingerson Scofield (tem coisa boa), mas em muito se afasta da doutrina dos apóstolos, a patristica, os pré-reformadores, os reformadores.

  4. MARAVILHA! SOU EVANGELISTA EM SANTANA DE PARNAIBA-SP E ESSA MENSAGEM REALMENTE MUDOU MEUS CONCEITOS….PARABÉNS! MESMO….
    VAMOS REPASSAR ESSA MENSAGEM PARA A IRMANDADE SE LIBERTAR DAS ENGANAÇÕES ESCATOLÓGICAS…..AMEM!….FICO AGRADECIDO!…..

  5. Davi

    I Tessalonicenses 1:10
    10 – E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura. “Que ira futura é esta?”

    • Evangelho Perdido

      Olá, irmão Davi. Obrigada por comentar no blog.

      Esse argumento está baseado na passagem a seguir: “E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura” (I Tessalonicenses 1:10)

      Então, o propósito do arrebatamento é o de livrar a Igreja dessa ira que virá, diz o raciocínio em questão, certo?

      A Palavra do Eterno deve ser entendida como um todo e que, diante de sentenças e afirmações claras, as deduções devem ser deixadas de lado, assim como os ensinamentos baseados num único versículo. No mesmo livro, um pouco mais adiante, Paulo mostra que tipo de livramento é este:

      “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele” (I Tessalonicenses 5:9-10)

      Fica claro que o livramento da ira do Altíssimo está firmado na salvação em Cristo Jesus e não no arrebatamento. O que nos livra da ira do Senhor não é o arrebatamento, mas o sangue vertido pelo Cordeiro na cruz, o qual nos garante a salvação, quer estejamos vivos ou morramos. O que nos faz isentos dessa ira é o sacrifício redentor de Cristo, pois se não fosse assim, ainda estaríamos sob a ira do Altíssimo!

      O apóstolo Paulo não está referindo-se a um processo tribulacional quando fala em “ira”, até porque os irmãos em Tessalônica estavam em pleno processo tribulacional! (I Tessalonicenses 1:6-7).

      É uma questão de salvação espiritual, não de preservação física, como insinua o argumento que estamos respondendo. Um argumento que beira a heresia, ao menosprezar o fator que realmente nos livra da ira (salvação através do sacrifício de Cristo) e apegar-se a um livramento físico que nem mesmo o autor da epístola aos tessalonicenses teve…

      Paulo não faz uma antítese entre TRIBULAÇÃO X ARREBATAMENTO, mas entre IRA X SALVAÇÃO!

      Se fôssemos seguir o raciocínio que essa salvação apontada por Paulo tem como objetivo evitar que soframos o dano da morte física, através de torturas, perseguições, desastres naturais, então devemos afirmar também que homens que viverem sob intensa tribulação, como Pedro, Tiago, Estevão, João Huss e tantos outros, queimados vivos, apedrejados, crucificados e submetidos às formas mais cruéis de morte por parte de governos e autoridades comprometidas com o mal, estão “fora” desse livramento físico…

      A ira do Criador, no contexto abordado por Paulo, é um processo que começa com a manifestação gloriosa do Senhor nos céus, como Rei e Juiz, a derrota dos exércitos do anticristo e o juízo que se segue, o qual será aplicado por Ele (Mateus 25:31-46).

      Vejamos as passagens que apontam para essa ira vindoura e percebamos que ela só começará a ser concretizada logo após a grande tribulação, contrapondo-se ao ensino pré-tribulacionista de que a ira é a tribulação em si:

      1] A ira do Cordeiro e o grande dia dessa ira ocorrerá logo após os sinais que antecedem o Dia do Senhor, quando o sol e a lua escurecerem e os poderes cósmicos forem abalados, ao abrir-se o sexto selo:

      “E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6:16-17 – Compare com Mateus 24:29-31 e Joel 2:31 – Leia todo o contexto de Apocalipse 6:12-17)

      2] O anúncio da ira do Senhor se dá na sétima trombeta, junto com o anúncio do tempo do julgamento dos mortos e o galardão para os santos:

      “E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.

      E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.

      E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

      E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva” (Apocalipse 11:15-19)

      3] O próprio Senhor exercerá pessoalmente essa ira quando voltar em glória, logo após a grande tribulação. Enquanto as passagens acima anunciam a vinda dessa ira, a passagem a seguir mostra a chegada dela:

      “E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso” (Apocalipse 19:15)

      Por último, resta dizer que o propósito do arrebatamento não é livra-nos da ira do Senhor, pois pelo sangue Dele já estamos livres dessa ira!

      É isso que Paulo ensina em I Tessalonicenses 5:9-10. O arrebatamento será o encontro maravilhoso nos ares entre o Noivo (Jesus Cristo) e Sua Noiva (Igreja).

      Um abraço carinhoso.

      Cris

  6. A paz do Senhor aos irmão em Cristo.
    Cris tenho por certo que teu estudo foi dirigido pelo Senhor. O Senhor Jesus tem levantado servos para exterminar as muitas heresias reinante no meio cristão.
    O assunto: Ressurreição e arrebatamento está repleto de heresias, fantasias, teologias racionais sem base bíblica. Digo isso referindo às pregações DISPENSACIONALISTAS PRÉ-TRIBULACIONISTAS. Tudo que eles defendem sobre pré-tribulação, ou meso-tribulação está completamente sem fundamento bíblico VÁLIDO. Já escrevi, por ordem do Senhor, DOIS estudos sobre arrebatamento. O primeiro ” O MARANATA DE JESUS E ASSUNTOS CORRELACIONADOS” , com 200 páginas,, e outro “ARREBATAMENTO SERA DEPOIS DA GRANDE TRIBULAÇÃO”, com 162 páginas e CRESCENDO…
    Estão disponíveis em: http://WWW.REVELACAODABIBLIA.COM.BR ou e-mail:revelacaodabiblia@gmail.com
    Nestes trabalhos são abordados muitos outros aspectos ignorados/atropelados pelos pré-tribulacionistas. apsjc.

  7. Uma ótima explicação colocando os passagens do livro. Sempre analisando com calma e paciência.
    Ótima explicação, eu fico tentando entender o que muitos mesmo tendo uma boa explicação como está tendo base bíblica suficiente,mesmo assim ainda ficam na dúvida a ponto de achar a explicação um erro. Eu não entendo como eles não conseguem enxergar isso, tão claro como ler atentamente as escrituras como a este texto excelente de boa visão.
    Parabéns irmão,que Deus lhe abençoe sempre.
    Shalom

  8. Ana Karla

    Por favor, irmã, vamos pregar isso nas igrejas! Tem muito povo enganado achando que a igreja não vai passar pela grande tribulação.

    • renata

      Exatamente, irmã. Aprendi assim desde os 10anos e hoje estou com 30 anos, e a igreja acha que não vamos passar pela tribulação.

    • Carlucio Santana

      Certamente há a necessidade de doutrinar as igrejas de Deus nessa Palavra! Incontáveis são os que se levantam e pregam ou ensinam qualquer coisa. Concordo com tua preocupação, minha irmã. A Paz do Senhor Jesus!

    • Eu sou um enganado com muita convicção e prazer de saber que estarei nas bodas do Cordeiro durante os 7 anos da tribulação! Deixa passar esta resposta moderadora? É apenas uma opinião!

      • Evangelho Perdido

        Olá, Cornélio!

        Oro para que você apenas continue estudando a Palavra a tempo e fora de tempo. Este blog não existe para convencer ninguém, mas apenas compartilhar como eu interpreto a Palavra. Se o Espírito de Cristo que, se você for dele, atua em seu interior, com certeza o conduzirá sempre a TODA verdade.

        Um abraço carinhoso.

        Cris

        • gilberto silva

          Tambem aprendi assim Cornelio, ate que fui cursar um seminario e estudei as tres principais correntes escatologicas, o pre-tribulacionismo teve inicio fora da biblia e fizeram uma construcao teologica para fundamentar esta crenca (que a maioria aceita sem questionar pois ninguem quer sofrer), porem pra sustenta-la se faz necessario ignorar o que Jesus falou a respeito, (justo Ele vamos ignorar?), teria que ter mais de duas ressureicoes e o pior… toda a explicacao dos questionamentos se apoia em deducoes nao biblicas, como: E. S. retirado da terra, ressurreicao instantanea pra quem morreu na Grande Trib., Eleitos sao Judeus… e por ai vai…
          Depois de me debrucar nas escrituras tirando os oculos do Pre Trib. foi que entendi que Jesus jamais quis dar uma incerta na igreja desprevenida.
          Diante da verdade que Ele nao vem antes da G. Trib. deveriamos nos preparar para fugir, com abrigos secretos estocando agua e alimentos, porque nao poderemos comprar nem vender sem a marca. Ai muitos apostatarao…
          Quando vier o Filho do Homem, porventura achara fe na terra?

      • Antonia

        Obrigada pelo esclarecimento pois eu havia sido ensinada o arrebatamento inviável sem explicação dos textos bíblicos!!!!

  9. Ester

    Às vezes eu fico doidinha lendo esses estudos.. kkkkkkkk. Mas a igreja q passar pela grande tribulação vai poder orientar e pregar ainda a palavra para os ímpios para que não recebam o sinal da besta?! Pq até antes de ler esse artigo eu tava com medo da igreja ser arrebatada e os ímpios ficassem aqui, e quem ia pregar a palavra e a última chance deles de n aceitar o sinal?! Eu ainda tô um pouco presa ao arrebatamento pré-tribulação.. É mt complicado estudar sobre isso.

  10. Tem coerência a maioria das coisas que foram escritas aqui. Porém uma coisa que não encaixa: se no arrebatamento os ímpios serão deixados mortos, e só serão arrebatados nos ares os Salvos, primeiro os ressuscitados depois os vivos santos, para estarem para sempre com o SENHOR, logo entendo que estes súditos do reino milenar serão também os salvos arrebatados, correto? Se estarão para SEMPRE com o SENHOR, e terão seus corpos glorificados e serão como os anjos, não casarão e nem se darão em casamento. Como poderão ser tentados por satanás para a batalha do armagedon e serem derrotados juntamente com o mesmo com um sopro do SENHOR?? Não faz sentido…….

    Ou seja, não faz sentido. De onde virá estes homens maus do reino milenar?? Ou nem todos os ímpios serão mortos no arrebatamento? Há uma contradição nisto aí!!!! Se estaremos para sempre com o Senhor após a ressurreição ou arrebatamento, como haverá a possibilidade de sermos enganados? Os salvos não gerarão mais filhos, Jesus ensinou isto, pois não nos daremos em casamento….. !!!!! Lacuna grande…..

    • Evangelho Perdido

      Olá, Fernando!

      Ótimas perguntas, caro irmão. E uma grande oportunidade para esclarecermos essas “lacunas grandes” no ensino atual.

      O maior problema é que não é pregado nas igrejas o Evangelho do Reino. A igreja não enxergou ainda o Reino na Palavra e Jesus e os apóstolos iam por toda parte pregando o mesmo.

      É simples. Vou resumir para você entender. O reino planejado por Deus é literal. Há um REI (Deus)… Um GOVERNO (Jesus e santos, nascidos da vontade de Deus = Filhos de Deus)… SÚDITOS (os homens e mulheres nascidos da vontade da carne e do sangue)…. Veja o estudo completo chamado AS TRÊS SEMENTES, clicando aqui.

      A primeira ressurreição, antes do milênio, é apenas para os Filhos de Deus (semente de Deus). Eles reinarão com Cristo no milênio sobre as nações. Dentre as nações, muitos súditos do reino (semente do homem) não morrerão na grande tribulação e viverão o milênio. Continuarão cansando-se e fazendo filhos. Ao final do milênio, Satanás voltará a seduzir as nações e juntará um exército para tentar destruir o acampamento dos santos (Apoc. 20). Apenas os súditos do reino (nascidos da vontade do homem e da carne) é que são suscetíveis a serem enganados. Os Filhos de Deus serão como Cristo e reinarão com Ele sobre os que sobreviverem a grande tribulação, de todas as nações.

      Essas lacunas grandes e sem solução ocorrem porque a igreja não enxerga de fato o REINO DE DEUS. O estudo das três sementes será muito útil para acabar com suas dúvidas.

      Um abraço carinhoso.

    • Miriam

      No caso seriam os que ficaram mortos, que ressuscitarão na segunda ressurreição. Pq a bíblia tbm fala sobre a segunda ressurreição que é a dos ímpios, e estes serão novamente enganados. Assim que eu entendo.

      • Evangelho Perdido

        Olá, Miriam.
        Não deixe de ler o artigo que fala sobre as duas ressurreições clicando AQUI.

        Abraço carinhoso.

    • apsJC nobre fernando silva.

      Suplico ao nobre criador deste blog que me permita tecer alguns comentários sobre sua fala Fernando. Primeiro: Muitas confusões no discernimento da bíblia formam implantadas com a doutrina da PRETRIBULAÇÃO E DA DISPENSAÇÃO. Elas andam juntas, têm como principal expoente um teólogo americano chamado Scorfield. Segundo e agora ao cerne de tua dúvida: O Senhor virá, tal qual Ele ensinou no evangelho de Marcos e Mateus, logo depois da AFLIÇÃO DAQUELES DIAS, portanto logo depois da grande tribulação, ao som da sétima trombeta do apocalipse. Muitas pessoas de todas as tribos ainda permaneceram vivas dentro da grande tribulação, mas por não estarem salvas não serão arrebatadas. O senhor e a igreja em corpos espirituais irão reinar sobre as pessoas durante o milênio. O inimigo será preso logo após o arrebatamento, no início do milênio. No final do milênio o inimigo será solto por pouco tempo. Neste momento o adversário instigará as pessoas a fazerem guerra contra o cordeiro de Deus… Então virá a ultima guerra, o inimigo será preso vencido e a instalação do tribunal de Cristo, onde todos serão julgados. Os servos para receber galardoes e o não salvos para serem lançado no lago de fogo…
      Lembre que a BATALHA DO ARMAGEDOM ocorrerá no final da grande tribulação antes do milênio… LEIA o livro de apocalipse sobre os sete selos e verás que a batalha do armagedom e citada próximo do final da abertura dos selos apocalipticos…
      ultima coisa as pessoas que terão filhos e se casarão são aquelas que sobram vivas dentro da grande tribulação e não foram arrebatadas… Nem todos os humanos serão mortos durante a grande tribulação. ,,,

  11. Leandro

    Olá…estou lendo bastante seus estudos aqui no site e estou gostando muito parabéns, mas eu tenho uma dúvida se vc puder me ajudar ou indicar algum outro artigo pra eu ler eu agradeço.
    Gostaria de saber quem são os 144.000? quem são estes que reinarão com Cristo? é um número literal ou simbólico na sua opinião?

    • Evangelho Perdido

      Olá, Leandro.

      O número 144 mil é simbólico. Ele representa os santos fiéis, os Filhos vencedores. Eles ressuscitarão na primeira ressurreição. Em breve pretendo postar um estudo só sobre isso, mas antes é necessário que eu poste sobre As duas Casas de Israel. Os 144 mil fazem mais sentido quando compreendemos isso antes.

      Um abraço carinhoso.

  12. Renato Maniero

    Bem esclarecedor!!! Depois de nos arrebatar, Jesus derrotará o anticristo, a besta o falso profeta e os lançarão no lago de enxofre (inferno). Aqueles que acreditaram no anticristo e o adoraram, recebendo seu sinal, serão mortos e se inaugurará o milênio.

    Os adventistas crêem que a terra ficará deserta e que o diabo ficará aqui sozinho. Isso não é verdade. O povo de israel e o restante nas nações que não aceitaram nem adoraram a besta, ficarão aqui na terra. Haverá casamentos, crianças nascerão, e os santos da primeira ressurreição irão reinar com Jesus. Teremos livre acesso a nova Jerusalém. Então, depois dos mil anos, satanás será solto e sairá para enganar e reunir as nações contra o acampamentos dos santos em Jerusalém. Nesse ponto haverá a segunda ressureição, dos impios. Até aqueles que traspassaram a Jesus estarão aí, então, Jesus irá derrotar o diabo com um sopro, e depois será a eternidade com Deus.

    • gilberto silva

      isso mesmo… A profecia de Isaias tem que se cumprir… o leao comera palha como o boi…

  13. Isac Silva

    Diante de todo exposto, gostaria de saber o quê ocorrerá com a nação de Israel (que não aceita ser Jesus o Messias).

  14. Dala Neto

    Olá, Cris! Obrigado por nos esclarecer com esta grande e exemplar explicação. Mas, ainda me ficou uma pequena dúvida! Se todos os ímpios morrerão e a terra ficará desolada mediante a vinda de Jesus, ou seja, após o arrebatamento, quem serão estes povos, nações, pessoas, sei lá… que satanás ajuntará para cercarem a cidade amada?

    • Evangelho Perdido

      Olá, Dala!

      Veja os textos abaixo:

      “E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,” (Apocalipse 2:26)
      “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.” (Apocalipse 3:21)

      Vamos por partes. Os santos vencedores irão reinar com Cristo sobre as nações. E isso ocorrerá no milênio.

      Toda a Bíblia tem um cerne. E o cerne de toda a Palavra é o REINO DE DEUS. E Jesus é o cerne do Reino. Tudo começa a partir dele. Se há um reino, há os elementos do reino. E quais são estes elementos? Todo reino tem um REI, um GOVERNO, tem SÚDITOS e um TERRITÓRIO.

      No reino de Deus o REI é Ele mesmo. O GOVERNO é Jesus e os santos vencedores. Os SÚDITOS são as pessoas que nasceram da vontade do sangue e da carne, e não da vontade de Deus. Os santos nasceram da vontade de Deus. Os santos nasceram para abençoar as demais criaturas, como sacerdotes. Esse é o plano. Um grande reino de amor, onde Deus será TUDO EM TODOS:

      “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.” (1 Coríntios 15:26-28)

      Veja o texto abaixo:
      “E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos. E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva. E, se a família dos egípcios não subir, nem vier, não virá sobre ela a chuva; virá sobre eles a praga com que o Senhor ferirá os gentios que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Este será o castigo do pecado dos egípcios e o castigo do pecado de todas as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Naquele dia será gravado sobre as campainhas dos cavalos: SANTIDADE AO SENHOR; e as panelas na casa do SENHOR serão como as bacias diante do altar. E todas as panelas em Jerusalém e Judá serão consagradas ao Senhor dos Exércitos, e todos os que sacrificarem virão, e delas tomarão, e nelas cozerão.”
      (Zacarias 14:16-21)

      Esse trecho da profecia de Zacarias descreve o que ocorrerá logo depois da batalha do Armagedon, ou seja, descreve acontecimentos do Milênio.

      No milênio, será a consumação desse plano de Jesus e os santos reinarem sobre as nações. Será o tempo em que Cristo reinará com o santos, abençoando o planeta de forma nunca antes experimentada, começando a endireitar as coisas. E reinarão sobre os SÚDITOS, que são aqueles que nasceram para serem abençoados pelos Filhos de Deus. Os santos, na ressurreição, serão transformados e se tornarão como Cristo. Aí, Cristo e os santos reinarão sobre os povos, aqueles que nasceram para viverem sob a luz dos Filhos. Jesus reinará com cetro de ferro, ou seja, começará a endireitar as coisas com firmeza. Haverá homens bons e maus ainda e terão que se submeter a Jesus e aos santos, que reinarão a terra a partir de Jerusalém (acampamento dos santos).

      Ao final dos mil anos, satanás será solto e voltará a enganar as nações, conseguindo reunir alguns (súditos que se deixaram enganar) para lutarem contra os santos, que estarão em Jerusalém (acampamentos dos santos). Mas satanás e todos os que forem enganados serão exterminados por Jesus.

      E os súditos do reino também serão imortais? No milênio, ainda haverá morte, pois a maldição da morte só findará definitivamente após o milênio e a condenação definitiva de todo o mal (satanás e cia). Apenas quando tudo for refeito e a terra for completamente restaurada, e também após a descida da Nova Jerusalém, ocorrerá algo interessante. Veja o texto:

      “E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações. E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.” (Apocalipse 22:1-3)

      Quando tudo se fizer novo, creio que a SAÚDE irá se restabelecer lentamente para as nações. Eles começarão a se alimentar de vida, literalmente, pela graça maravilhosa do Pai, comendo desses frutos. E irão se tornando imortais também, pois a palavra afirma que NÃO HAVERÁ MAIS MORTE. Veja:

      “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” (Apocalipse 21:4)

      Creio também que os súditos continuarão a se multiplicar, a gerar filhos. Talvez se multipliquem até um número determinado. Não sei. E a luz de Deus e do Cordeiro brilhará sobre todos. Mas ainda não achei na Palavra nada claro sobre essa parte deles continuarem a ter filhos. É apenas minha opinião.

      Obrigada por comentar no blog, viu? Volte sempre.

      Um abraço carinhoso.
      Cris

      • Dheyvison

        Parabéns pelo belíssimo artigo! Muito coerente, explícito, explicativo, sem isolar versículo, honesto e puro! A poucos meses abandonei o pré-tribulacionismo porque consegui enxergar além de seus recortes isolados e erroneamente aplicados. Embora fui ensinado (erroneamente) a doutrina pré-tribulacionista, além de assistir pregações equivocadas, comecei a estudar e comparar as três linhas de pensamento, e, graças a nosso Jesus que, inspira, dá sabedoria por meio do Espírito Santo, e, capacita realmente homens e mulheres que vão além de um método sistemático atual, mas que, dão provas históricas duma doutrina são, a iniciar pelos pais da Igreja, chegando aos dias atuais e mantendo a PALAVRA PURA.

        Se possível envie em meu email autores, livros e mesmo uma dica de Bíblia de Estudo Pós-tribulacionista, porque a maioria das bíblias e livros de hoje são pré-t.
        Abraço IRMÃ!

  15. Laércio Gomes da Cruz Filho

    As duas teses, pré e pós, encontram embasamento bíblico, porém a segunda, muito mais. O livro de Daniel, a partir do cap 7 prevê dias de perseguição aos santos e que o ‘abominável´receberá poder para vencê-los, mas ao final o Senhor o destruirá. Em Mateus 24, Jesus retoma o tema; em Apocalipse, especialmente nos cap. 7 e 14, João vê e escuta revelações que confirmam a perseguição aos santos. Não menciona igreja, porque nesse tempo os crentes estarão em fuga. Quem anuncia o evangelho são o anjo cap14,7 e as testemunhas cap.11.

  16. felipe souza

    Muito bem explicado. Parabéns!

  17. Denilson Fernandes

    Texto realmente fenomenal. Eu sempre acreditei que passaria pela grande tribulação. Por isso já estou me preparando para passar por ela, e me encontrar com meu amado Senhor Jesus.

  18. gloria

    O Cris,

    Já havia visitado sua pagina sobre este tema, não me lembro ao certo mas creio que comecei até por esse tema… e também creio que passaremos pela Grande Tribulação e que não iremos para o Céu…enfim, concordo com os seus estudos.

    Mas hoje me lembrei de um site que vi há algum tempo que compara o relacionamento de Cristo com a Noiva com o casamento judaico. Uma abordagem que achei interessante, e bem diferente de tudo que já ouvi. E como sei que você, além de embasamento teológico, tem o temor do Senhor, venho até você para perguntar se você poderia dar uma olhada e me dizer suas considerações.

    http://www.oarrebatamento.net/os-estudos-mais-recentes/o-segredo-e-revelado.html

    Mas uma vez, repetindo, sou só uma filha tentando entender e viver as coisas do PAI.

    PAZ

    • Evangelho Perdido

      Olá, amiga Glória.

      Levei mais de uma ano para responder este seu comentário. Mil perdões. Tenho acompanhado os estudos do canal Reino Eterno. É o canal de um brasileiro que mora no Japão. Ele se chama Luiz Shimoyama. É um jovem muito sábio na Palavra. Nunca encontrei uma pessoa que estudasse a Bíblia não minuciosamente como ele. Não perco nem um estudo dele e encontro confirmação na Palavra. Praticamente nada discordo dele. E, quando discordo, trato o assunto com muito carinho, indo a Palavra novamente para ver se sou eu que estou errada.

      Estou indicando o canal do Luiz porque ele acabou de postar um estudo MARAVILHOSO sobre o Arrebatamento. Você precisa ver todos os vídeos sobre o assunto. Entra no canal que você encontrará os vídeos sobre este assunto e muitos outros. Recomendo que estudo os vídeos dele sobre AS DUAS CASAS DE ISRAEL.. Isso esclarece muita coisa. E digo mais.. Se não entendemos esse assunto, pouco entenderemos sobre o tempo do fim.

      Em breve estarei postando novos estudos, amiga. Se cuida por aí.

      CLIQUE NO LINK DO CANAL DO LUIZ:
      https://www.youtube.com/user/MrLuiz6003

      Um abraço carinhoso.

  19. Amanda

    Nossa, ótimo estudo! Sou de uma igreja pentecostal, e cresci ouvindo que a igreja não passaria pela tribulação, mas nunca me entrou na cabeça. Resolvi então parar de ouvir ‘pastor, pregador’ e dar ouvidos a Palavra, e deixar o Espírito de Deus me mostrar a verdade.

  20. Roberto Reis

    Irmã Cris, creio que o arrebatamento é pós-tribulacionista como a irmã, mas não creio que não vamos para o céu, pelos menos, por um tempo determinado. Não creio que ficaremos lá para sempre mas que ficaremos durante os mil anos. Mil anos essa terra ficará deserta. E satanás e os anjos maus aqui com ele. Os ímpios mortos aqui. E os santos vivos na Nova Jerusalém. Após os mil anos, a Nova Jerusalém desce a essa terra e tem início o julgamento de Satanás e os impios. Eles serão destruídos e a terra será purificada e aí sim, recriada com a Nova Jerusalém, sendo a capital. Esse é um ensino oficial de minha denominação, o qual creio ser o correto. Eu sempre me perguntei o porque a Terra ficará um deserto mil anos. E encontrei antecedentes bíblicos sobre o fato: Levítico 26:34, 35. 2 Crônicas 36:20-21. Essas razões não são ensinadas pela minha denominação, eu mesmo cheguei a essa conclusão simplesmente lendo. Abraços.

    • Jaime Dias

      -Milênio no céu??? Essa é mais outro engano da doutrina Adventista!

      Meu caro Roberto, todos os profetas pregaram a restauração da terra, desde a queda de Adão…
      “O qual convém que o céu contenha ATÉ AOS TEMPOS DA RESTAURAÇÃO DE TUDO, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio”. Atos 3:21 – idem Isaias 49:8.

      …Que será realizada a partir do reinado de mil anos do Cristo e a Igreja na terra.
      “E o Senhor será rei SOBRE TODA A TERRA: naquele dia um será o Senhor, e um será o seu nome”. Zac. 14:9.

      “E para o nosso Deus os fizestes reis e sacerdotes, E ELES REINARÃO SOBRE A TERRA”. Apoc. 5:10.

      ———————–
      -A Terra ficará desolada no Milênio – Jeremias 4:23 a 26. (???).
      ———————–
      Veja mais uma vez aqui, o veneno da serpente, o ensino torcido Adventista!
      O profeta Isaías e João, ensinaram que a terra será assolada pelos acontecimentos da Grande tribulação (Isa. 6:11-12), no Grande dia Ira do Senhor (através das seis trombetas das pragas (Apoc. 8); e das sete taças da ira de Deus (Apoc. 15); o mesmo que mostrou Jeremias, no final do verso 26 (…diante do furor de Sua ira.). Acontecimentos estes, que serão cumpridos “ANTES” do Reino Milenar de Cristo na terra.

      Já os Adventistas, sem nenhum respeito pela Palavra de Deus, torcem a passagem de Jeremias acima, dizendo que a terra estará assolada, “DURANTE” O MILÊNIO; e que ficará nela, Satanás, seus seguidores. Aqui vemos a clara intenção dos colegas, em tentar enganar o cristão leigo, que o reinado Milenar de Cristo, será no céu e não na terra. Porém, todos os profetas ensinaram que o Reino de Cristo, será nessa mesma terra, até que seja cumprida todas as promessas de Deus, por Cristo – “O último Adão;
      descumpridas pelo primeiro Adão.
      “Porque A TERRA SE ENCHERÁ DO CONHECIMENTO DA GLÓRIA DO SENHOR, como as águas cobrem o mar”. Hab. 2:14.

      A responsabilidade daqueles que ensinam o engano:
      Quem “deliberamente” acrescentar ou diminuir o livro do Apocalipse, estará colocando sua alma em risco de maldição (Apoc. 22:18-19).

      Jaime e Júlio.

  21. roseli marques

    fiquei com uma duvida ja li artigos seus que falam que a igreja nao ira para o ceu,mas porque entao esta escrito que seremos arrebatados com o senhor nos ares?arrebatados pra depois voltar a terra?nao seria o mais correto sermos tranformados e vermos jesus retornando a terra?os que morreram tambem serem ressucitados e verem o senhor retornando a terra?

    • Evangelho Perdido

      Olá, Roseli. O texto realmente diz isso. Seremos arrebatados e nos encontraremos com o Senhor NOS ARES, entre nuvens. O texto não fala que Jesus levará alguém para o céu. Não é porque olhamos para cima e vemos o céu, que se trata do mesmo céu onde Deus habita. Eles se encontrarão nos ares não à toa. O destino será Israel. Ao se encontrarem nos ares, Jesus e os santos seguirão até Jerusalém, para a batalha final, libertando Israel do massacre imposto pelas nações islâmicas (CALIFADO ISLÂMICO – ANTICRISTO) que invadirão Israel, iniciando depois o MILÊNIO. Veja os textos a seguir:

      “Quem são estes que vêm voando como nuvens, e como pombas voltando ao pombal?” (Isaías 60:8) – Isaías teve uma visão da chegada de Jesus e os santos sobre Israel. Jesus retornará em meio a “angústia de Jacó” (grande tribulação) sobre Israel. O Cristo (Jesus-cabeça e a Igreja-membros) arrancará o reino das mãos de Satanás.

      “Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será extirpado da cidade. E o Senhor sairá, e pelejará contra estas nações, como pelejou, sim, no dia da batalha. E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul. E fugireis pelo vale dos meus montes, pois o vale dos montes chegará até Azel; e fugireis assim como fugistes de diante do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá. Então virá o Senhor, e todos os santos com ele.” (Zacarias 14:2-5) – Jesus chega com o santos para acabar com os inimigos de Israel.

      “E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra de Deus. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.” (Apocalipse 19:11-14) – Esse exército em cavalos brancos, vestidos de linho fino, branco e puro, são os santos vencedores, que acabaram de ser arrebatados para se encontrar com o Senhor nos ares e seguiram para Israel. Depois disso, Jesus reinará com os santos por MIL ANOS (milênio).

      “Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: reinarão com ele durante os mil anos.” (Apocalipse 20.6)

      “E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha. E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o acampamento dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os devorou.” (Apocalipse 20:7-9) – Satanás volta a seduzir um exército (dentre as nações islâmicas ao redor e de várias partes do mundo – Gogue e Magogue) para batalha contra Jerusalém. E ele cerca o quê? O acampamento dos santos e a cidade amada (Jerusalém). Que é onde estará Jesus e os santos, desde o retorno de Cristo e é onde será a SEDE do Milênio e onde também descerá a NOVA JERUSALÉM. Essa será a última tentativa deste exército, pois será consumido pelo fogo.

      “Eu vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para o esposo. Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.” (Apocalipse 21:2,3) – Mais claro que isso é impossível. Se Deus descerá, com a NOVA JERUSALÉM, para habitar com os homens na terra, sob a antiga Jerusalém, O QUE A IGREJA FARÁ NO CÉU? A descrição bíblica de apocalipse, falando da nova Jerusalém (ruas de ouro, etc) é o que as pessoas chamam de CÉU. E este lugar será onde os SANTOS morarão. Será a sede mundial do Reino. E as nações terão que subir a Jerusalém uma vez por ano.

      “A cidade não necessita de sol nem de lua para iluminar, porque a glória de Deus a ilumina, e a sua luz é o Cordeiro. As nações andarão à sua luz, e os reis da terra levar-lhe-ão a sua opulência. As suas portas não se fecharão diariamente, pois não haverá noite. Levar-lhe-ão a opulência e a honra das nações. Nela não entrará nada de profano nem ninguém que pratique abominações e mentiras, mas unicamente aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.” (Apocalipse 21:23-27)

      “Os que restarem de todas as nações que tiverem atacado Jerusalém virão todos os anos adorar o rei, Senhor dos exércitos, e celebrar a festa dos Tabernáculos. Toda e qualquer família da terra que não subir a Jerusalém para adorar o rei, Senhor dos exércitos, não receberá chuva! Se a família do Egito não subir nem vier, não haverá chuva para ela, mas será ferida com a praga com que o Senhor ferirá todas as nações que não subirem a Jerusalém para celebrar a festa dos Tabernáculos.”(Zacarias 14:16-18) – Veja o trecho “Toda e qualquer família da terra que não subir a Jerusalém para adorar o rei”… Família da onde? DA TERRA.

      A Terra, Roseli, é o Reino, criado desde a fundação do mundo. O Éden era o REINO sem pecado. E, depois que Satanás for eliminado, esse REINO será estabelecido. E, para encerrar, veja essa profecia fantástica de Daniel (a minha predileta):

      “E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão.” (Daniel 7.27) – Veja o trecho “E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu”. Onde ficam os reinos debaixo de todo o céu? NA TERRA, Roseli. Este Reino, onde Deus será TUDO em TODOS, será um reino eterno. Uma terra restaurada, agora sem pecado. Não fui eu quem disse, mas a Palavra.

      Espero ter respondido a sua pergunta.

      Um abraço carinhoso.

      Cris

      • roseli marques

        respondeu sim, obrigada abraços

      • Lucas

        Oi Cris, eu entendo assim: os santos vão reinar mil (literais) anos na Nova Jerusalém no céu. Durante esses mil anos, a terra será desolada e os ímpios estarão mortos aqui na terra e satanás preso. Aí, depois dos mil anos, os impios ressuscitam e Cristo e a igreja desce à terra com a Nova Jerusalém, para julgar os impios e reinar eternamente a terra. Qual é a sua visão sobre o Milenio, Cris? Onde será o milênio pra você?

        • Lucas

          Cris uma coisa que eu não concordo com voce e nem com os evangélicos, é sobre os 7 anos do governo do anticristo, pois em Daniel 9:27 quando fala da ultima semana, ali não se trata do anticristo e nem dos dias de boje, e sim do próprio Jesus. Cris ali em Daniel 9 Daniel estava orando a Deus e pedindo perdão pelos pecados do seu povo (Israel) pois Deus entregou o povo de Israel nas maos de Nabucodonor (babilonia) por 70 anos, e naquele momento Deus trouxe revelação a Daniel, como seria o futuro de Israel. Daniel 9 diz que setenta anos estava determinado sobre o povo de Israel para extinguir a transgressão, dar fim aos pecados,expiar a iniquidade, trazer justiça eterna, selar a visão e a profecia e para ungir o santo dos santos (v24) obs: para ungir o santo dos santos, quando o santo dos santos foi ungido? Quando Jesus ressucitou e se assentou no santo dos santos no céu, não é? Ai é dito desde a saida da ordem para restaurar e edificar Jerusalém, até o Messias, O principe, sete semanas (49 anos) e sessenta e duas semanas (434 anos) As 70 semanas começa a ser contada a partir da hora que é dada ordem para Jerusalém ser edificada. Ciro deu a ordem para Jerusalem ser restaurada (pois havia sido destruido por nabucodonozor) entao demorou 49 anos (7 semanas), pois os judeus foram impedidos por muito tempo (isso esta no livro de Esdras) entao 49 anos + (62 semanas) 434 anos= 483 anos até Cristo. Uma observação: a irmã concerteza sabe que quando a biblia foi traduzida do hebraico para as linguas latinas, não havia capitulos e nem versiculos, eles foram posto pra organização. Então o verso 26 e o 27 é o mesmo assunto, considero porém, que o verso 27 não deveria existir, pois é o próprio 26. Então o que esta escrito no verso 27 deveria estar junto com o verso 26, pois é o mesmo assunto. Voltando ao verso 26 diz que o Messias seria tirado e faz uma referencia a Tito romano que destruiria jerusalem no ano 70 d.C. agora o verso 27 que é a chave da questão diz que uma pessoa chamada de “ele”iria fazer firme aliança com muitos por uma semana (7anos) e que na metade da semana faria cessar os sacrificios e as ofertas de manjares. É interpretado aqui que se trata do anticristo, porém, voltando a dizer que essa pessoa esta em oculto e é chamado de “ele” (aqui não diz que é o anticristo) vamos lá! No ano 27 de Cristo ele (Jesus) foi batizado por João batista, iniciando seu ministério. No ano 31 Jesus morreu pelos pecados de todos e foi nesse exato momento que o véu do templo se rasgou e os sacrificios do templo foram cessados. O acordo de paz foi com Israel antigo e não será agora. O verso 27 é o próprio verso 26 que foi separado, o ele do verso 27 é o Messias que seria tirado do verso 26 e o principe que destruiria a cidade no verso 26é o mesmo assolador do verso 27 representando o imperio romano. O pacto de 7 anos foi feito para Israel, para trazer salvaçao, eles deveriam aceitar a Cristo, mas não quizeram e o negaram. Em atos 13:47 termina o restante dos tres anos e meio de pregaçao para os judeus através dos apostolos.Então não existe pelo que eu entendo 7 anos de anticristo. Pois para mim ali em Daniel 9:27 se trata do Cristo e não do anticristo.

          • Evangelho Perdido

            Olá, irmão Lucas! Eu também concordo contigo, tanto que tenho um artigo que trata exatamente sobre isso, conforme o link a seguir:
            http://www.evangelhoperdido.com.br/a-ultima-semana-de-daniel-9-27-ja-se-cumpriu-ou-nao/

            A Bíblia fala de sete anos no apocalipse e não refere-se a nada do texto de Daniel 9, pois os 490 já se cumpriram. Se tiver alguma dúvida entre em contato, ok?
            Um abraço carinhoso.

            Cris

        • Evangelho Perdido

          Olá, irmão Lucas.

          Levei quase um ano para responder este seu comentário. Mil perdões, viu?

          Tenho acompanhado os estudos do canal Reino Eterno. É o canal de um brasileiro que mora no Japão. Ele se chama Luiz Shimoyama. É um jovem muito sábio na Palavra. Nunca encontrei uma pessoa que estudasse a Bíblia não minuciosamente como ele. Não perco nem um estudo dele e encontro confirmação na Palavra. Praticamente nada discordo dele. E, quando discordo, trato o assunto com muito carinho, indo a Palavra novamente para ver se sou eu que estou errada.

          Estou indicando o canal do Luiz porque ele acabou de postar um estudo MARAVILHOSO sobre o Arrebatamento. Você precisa ver todos os vídeos sobre o assunto. Entra no canal que você encontrará os vídeos sobre este assunto e muitos outros. Recomendo também que estude os vídeos dele sobre AS DUAS CASAS DE ISRAEL.. Isso esclarece muita coisa. E digo mais.. Se não entendemos sobre as DUAS CASAS DE ISRAEL, pouco entenderemos sobre o tempo do fim.

          Em breve estarei postando novos estudos no blog.

          CLIQUE NO LINK DO CANAL DO LUIZ:
          https://www.youtube.com/user/MrLuiz6003

          Um abraço carinhoso.

      • Claudio

        Gostaria de tirar uma dúvida. Se não vamos para o céu, onde fica esse lugar que é descrito em Apocalipse 15.1-2.

        “Vi no céu ainda outro sinal, grande e admirável: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus. E vi como que um mar de vidro misturado com fogo; e os que tinham vencido a besta e a sua imagem e o número do seu nome estavam em pé junto ao mar de vidro, e tinham harpas de Deus.” Observe que estes saíram da perseguição da besta e estavam no mar de vidro, ou seja, diante do trono de Deus.

        Apocalipse 4.6: “Também havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal; e ao redor do trono, e ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás;” E os mesmos foram para este lugar antes de começar a ira de Deus. Como explicar esse versículos?

        • Evangelho Perdido

          Olá, Cláudio!
          Veja o versículo:
          “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens.” (Salmos 115:16)

          Existe um lugar onde fica o trono de Deus e do Cordeiro. É um fato incontestável. E esse lugar é chamado de CÉUS. Mas, quando vemos os textos da visão de João, tentando descrever os lugares que ele não compreendia, não devemos ficar ansiosos. O que precisamos saber de fato? É que Deus DESCERÁ com o que a Palavra chama de NOVA JERUSALÉM. O seu trono será nesse lugar chamado NOVA JERUSALÉM e Ele habitará com os homens. A Palavra diz também que os Santos poderão entrar nesse lugar. Deus habitará conosco. Ou seja, a Palavra disse que Deus habitaria conosco.. e isso a partir da descida da NOVA JERUSALÉM. O resto, irmão, é especulação, pois nossa mente finita não entenderá. É perda de tempo tentar entender como serão os detalhes dessa descida e tentar entender todos os detalhes da visão de João.

          “E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.” (Apocalipse 21:2,3)
          “A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.” (Apocalipse 3:12)

          O texto de apocalipse 15 que você citou, onde João viu o santos junto ao mar de vidro, é uma visão do futuro. Quem nos garante que João viu os santos, diante do trono de Deus, na Nova Jerusalém?

          Um abraço carinhoso.

      • Jaime Dias

        Olá Cris,
        É fato verídico que a igreja, no arrebatamento, não vai para o céu (além das estrelas) como enganosamente forçam as Escrituras as Teologias em geral, como também, é cantado nos hinos, e sim, para Sião, no esconderijo do Altíssimo ela descansará (Salmos 91:1). Veja o que diz Isaías, Zacarias, e Paulo, do destino do povo de Deus em Sião, após o arrebatamento:

        “E os resgatados (arrebatados) do Senhor voltarão e virão a Sião com júbilo; e alegria eterna haverá sobre a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido”. (Isaías 35:10)

        “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que salvarei o meu povo da terra do Oriente e da terra do Ocidente; E-trá-los-ei, e habitarão no meio de Jerusalém; e eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus em verdade e em justiça”. (Zacarias 8:7-8)

        “Mas chegastes ao monte de Sião, e a cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e a milhares de anjos”. (Hebreus 12:22)

        Abraços,
        Jaime e Júlio

  22. L. Souza Silva

    Aleluias!!!!! É bom saber que há outros irmãos na fé que não conseguem crer nessa falsa doutrina do arrebatamento pre-tribulacionista. Como sou pentecostal sempre fiz um esforço absurdo para conseguir crer nessa doutrina, mas algo em mim simplesmente não a reconhece como sendo correta. Obrigada, Cris e parabéns pela brilhante explicação.

  23. Kátia Machado

    Que estudo esclarecedor! Louvado seja o Senhor em sua vida irmã, por sua ousadia, coragem e disciplina em elaborar tão bem estas informações! Um fato importante a se falar também é que a Bíblia alerta que primeiro virá o FALSO ANTICRISTO. Ora, se a doutrina pré-tribulacionista fosse bíblica, Jesus e outras passagens bíblicas nos alertariam de um FALSO ARREBATAMENTO, não é verdade? Porque, caso contrário, o falso anticristo seria logo desmascarado. Mas como a doutrina pré-tribulacionista é uma doutrina iluminati, o que eles farão? ELES EXECUTARÃO UM FALSO ARREBATAMENTO, que obviamente precederá o falso anticristo. Daí, como os crentes permanecerão aqui depois do falso arrebatamento, muitos, milhares e milhares, cairão em profundo desespero, depressão e sentimento de derrota por acreditarem que foram “deixados para trás” (ai, ai, isso até já rendeu filme…). Isto provocará divisões (mais!) entre os crentes e disputas. E estes já entrarão desse jeito derrotado na grande tribulação. Acharão que tudo que viveram na igreja foi uma mentira, pois de nada adiantou se foram ‘deixados para trás’, etc. Será uma campo farto para quando o verdadeiro anticristo for levantado, o que levará a muitos acreditarem e depositarem nele suas esperanças, uma vez que a doutrina (falsa, mas para eles verdadeira) cristã do pré-tribulacionismo, falhou. Por isso todo o empenho no projeto iluminati para simularem falso arrebatamento. Irmã querida, só não entendi porque você afirma que o anticristo será um papa. Já li alguns estudos que defendem esta idéia, mas acho que pode ser uma suposição, não uma afirmação. Talvez, quando muito, acredito que possa ser o falso anticristo, ou então a igreja católica terá que eleger um papa judeu, senão não enganará os judeus como sendo o messias. Jesus lhe abençoe ricamente. Kátia

    • Evangelho Perdido

      Olá, Kátia! Sua interpretação em relação aos últimos acontecimentos pré-tribulação são bem possíveis. Também acredito em um engano sem precedentes.

      Em relação a você ter encontrado neste artigo que o PAPA é o Anticristo, foi porque escapou de minha revisão. Eu retirei do blog, há poucos dias atrás, todos os artigos que se referiam a profecias sobre o Anticristo, porque surgiu um impasse sobre a questão, mas acabou escapando essa pequena citação sobre o papa neste artigo. JÁ CORRIGI O TEXTO! Clique aqui e veja o artigo que explico porque deletei os artigos sobre o anticristo deste blog. Em breve vou começar a postar minha interpretação sobre o assunto. Um abraço.

      Cris

  24. Maryanne Matter

    Me esclareceu as dúvidas. Na igreja onde congrego se ensina que o arrebatamento da igreja se dará antes da tribulação. Eu tinha minhas duvidas pois estão usando as mesmas passagens que vocês aqui estudaram mas noutros contextos. A vossa explicação me parece mais lógica. Tenho um pedido de oração que o Espírito Santo me ajude a repassar este estudo a meus filhos, família e amigos. Aleluia

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