Desmascarando o Anticristo, O Islã e as profecias!, Sinais do Fim

O Martírio do Fim dos Tempos!

Neste artigo vamos tratar, em um sentido mais geral, da perseguição mundial e martírio que será travado contra qualquer que seja seguidor de Jesus ou quem recuse a se tornar muçulmano durante os Últimos Dias.

Decapitações Nos Últimos Dias

No capítulo 20 do Livro de Apocalipse, o apóstolo João vê uma peculiar companhia de pessoas. João nos dá uma breve sinopse do que ele vê. Ele está especificamente descrevendo os futuros mártires do Fim dos Tempos:

“Vi tronos em que se assentaram aqueles a quem havia sido dada autoridade para julgar. Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Apocalipse 20:4)

Eu parei nesse versículo muitas vezes. A Bíblia diz que nos Últimos Dias, decapitação será especificamente o método primário pelo qual as pessoas serão martirizadas. Eles serão mortos especificamente pelo seu “testemunho de Jesus e da palavra de Deus”. É um quadro estranho de se tentar imaginar.

Está a Bíblia sugerindo um ressurgimento mundial de guilhotinas em cada praça municipal? O que exatamente a Bíblia está dizendo que ocorrerá que resultará em um padrão mundial de uso de decapitação especificamente como um meio de execução de cristãos? Como eu tenho tentado visualizar a natureza do Fim dos Tempos e como ele será, eu tenho frequentemente meditado sobre esse versículo. Existem outras passagens que são muito similares a essa. Elas também falam de uma futura perseguição e uma tendência global de execução de cristãos pela sua fé em Jesus:

“Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa.” (Mateus 24:9)

Aqui Jesus avisa Seus discípulos que eles serão odiados e finalmente condenados à morte como resultado de sua identificação com Ele. Mas então existe uma expansão profética dessa predição. Jesus diz que “vocês serão odiados por todas as nações por minha causa”. Jesus especificamente predisse um elemento global a esta futura perseguição contra os cristãos. Este próximo versículo nos dá ainda um maior discernimento:

“Tenho-lhes dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar. Vocês serão expulsos das sinagogas; de fato, virá o tempo quando quem os matar pensará que está prestando culto a Deus. Farão essas coisas porque não conheceram nem o Pai, nem a mim. Estou lhes dizendo isto para que, quando chegar a hora, lembrem-se de que eu os avisei.” (João 16:1-4)

Nessa passagem do Evangelho de João, Jesus está inicialmente falando aos discípulos fora de um contexto estrito de Fim dos Tempos. Ele primeiro avisa os discípulos que nos dias adiante eles veriam seus seguidores expulsos das sinagogas. Esta profecia veio à sua completa expressão após o que ficou conhecido como a Revolta de Bar Kochba em 132-135 d.C. Foi durante a Revolta
de Bar Kochba que a separação final da igreja e da sinagoga aconteceu. Bar Kochba foi um falso Messias Judaico. Ele foi apoiado e endossado pelo mais alto nível da autoridade rabínica naquele tempo, o renomado Rabi Akiva. Como resultado do apoio de Akiva, Bar Kochba foi autenticado como Messias aos olhos do povo judeu. Quando Bar Kochba liderou os judeus em uma revolta contra Roma, qualquer judeu que não participou foi visto como um traidor para a nação judaica. Os judeus que foram seguidores de Jesus, entretanto, os quais antes desse tempo ainda participavam regularmente dos cultos das sinagogas, não poderiam apoiar a revolta liderada por alguém que eles sabiam que era um falso Messias. Como resultado os seguidores judeus de Jesus foram expulsos das sinagogas em massa e a profecia de Jesus foi cumprida no segundo século.

Mas na segunda parte desse verso, Jesus está falando do Fim dos Tempos. “De fato”, ele continua dizendo, “chegarão os dias que seus perseguidores farão muito mais que meramente expulsá-los de uma sinagoga; eles irão literalmente mata-los”. Mas o mais intrigante e desconcertante aspecto desse verso é a próxima porção da declaração de Jesus. Ele diz que aqueles que os matarem
literalmente pensarão que o fazendo, eles estarão prestando culto a Deus.

Está nessa porção do versículo a chave. Como poderia alguém no mundo de hoje literalmente achar que Deus demanda a matança de outro ser humano simplesmente porque ele crê diferente? É um conceito bem estranho à maioria das mentes ocidentais modernas. Não é, entretanto, um conceito estranho na história.

Ambos islamismo e cristianismo – católicos e protestantes – são culpados dessa mesma coisa, matando aqueles que eram tidos como hereges à única verdadeira religião. Jihad, as Cruzadas, as Inquisições – todas se encaixam na conta de assassinato pelo e para o nome de Deus. Uma coisa certamente, um ingrediente absolutamente necessário em qualquer troca sangrenta, seria ter a firme convicção de que Deus estaria do seu lado e que ele demanda tais execuções.

É impossível imaginar qualquer sistema de crença ou filosofia na Terra que poderia se portar dessa forma, a não ser uma religião mundial bem estabelecida. Embora regimes totalitários sejam certamente capazes de tais coisas, este verso especificamente diz que aqueles que fizerem essas execuções acreditarão estar servindo a Deus enquanto o fazem.

Não, o sistema que fizer isso será um sistema religioso que se vê como o administrador terreno de algum tipo de governo divino mundial. Precisa ver a si mesmo como a única organização ou comunidade divina na Terra. Apenas esse cenário pode conter essas ações que nós lemos nesses versículos.

Em resumo, quando comparamos estes três versos nós temos um quadro bem específico do que a perseguição e martírio do Fim dos Tempos parecerão.

Primeiro, será mundial. Segundo, necessitará de um sistema de crença que se vê como tendo um papel de governo divino escolhido na Terra. Terceiro, envolverá o método específico de decapitação como seu método primário de execução. Então nós temos uma religião global que se verá como o sistema escolhido divinamente na Terra, autorizado por Deus para decapitar aqueles que se recusarem a se juntar a eles. Como estamos prestes a ver, em termos de sistemas religiosos que existem na Terra hoje, apenas uma religião cumpre estes requerimentos: O Islã.

Decapitações nos Noticiários

Desde 2004 uma onda de estrangeiros e cristãos sendo decapitados por radicais islâmicos têm se tornado comum, em países como Iraque, Arábia Saudita e outros. Então existe um forte debate se essa prática é ou não de fato “islâmica” ou se é meramente uma prática bárbara de alguns radicais que estão violando os verdadeiros princípios do Islã. Entre as declarações públicas escolhidas pela mídia ocidental são as declarações usuais denunciando que tais incidentes nada tem a ver com o “verdadeiro Islã”. Na maioria dos casos, a mídia ocidental engolem estas negações e as publicam sem questionar. Mas se examinarmos não apenas a tradição Islâmica e sua história, mas também a “voz das ruas” desses muçulmanos que mostram suas opiniões todos os dias, na internet e em grupos de bate papo, vemos uma realidade muito diferente. Fóruns de internet islâmicos têm debatido a legitimidade ou ilegitimidade de tais ações desde que elas tem se tornado capas de noticiários.

Um artigo da CBS News intitulado “Cultura de Decapitação da Arábia Saudita”, datado de 27 de Junho de 2004 também pegou um desses internautas: E nos fóruns de internet islâmicos, majoritariamente usado por radicais, decapitação tem sido um tópico popular, com muitos participantes descrevendo isso como o “jeito mais fácil” de se matar um americano ou um saudita de uma família dominante.

O único engano que a CBS cometeu foi assumir que a maioria dos participantes que usam tais fóruns são de fato “radicais”. Embora o escritor do artigo da CBS assuma que por causa da natureza bárbara de tais discussões esses indivíduos devem ser tidos como “radicais”, muitos deles são simplesmente indivíduos que levam sua fé muçulmana à sério, do mesmo jeito que eu e você levamos a nossa, caro leitor. Embora muitos dos membros desses grupos de discussão parecem estar enojados e envergonhados pelas crescentes decapitações, a grande maioria parece estar bem mais focada em questões doutrinárias tais como se as decapitações foram feitas do jeito certo ou se as específicas vítimas foram consideradas inimigas ou eram inocentes, etc.

Sam Hamod, que foi diretor do Centro Islâmico em Washington, D.C., quando teve a oportunidade de dialogar sobre esse tema, em um artigo destacado no Washington Times usado no momento não para condenar as decapitações, mas para mostrar que os homens executando as decapitações do Iraque e em toda parte estão fazendo tudo errado: Você não pode fazer como os idiotas na TV. A coisa certa a se fazer é abrir uma fenda na garganta da pessoa, não cortar a cabeça inteira.

Decapitação no Islã: O Exemplo de Maomé

Decapitação no Islã não é de forma nenhuma um fenômeno novo. Por causa do grande repúdio de muitos pelo Ocidente sobre essa prática atual por radicais muçulmanos no Iraque e em todo lugar, muitos muçulmanos moderados e apologistas muçulmanos tem repetidamente clamado que a decapitação não é uma prática oficialmente sancionada pelo Islã. Eles afirmam que isso vai contra
as bases do Islã. Essas afirmações são feitas para criar uma imagem melhor do Islã aos olhos ocidentais. Infelizmente, estas afirmações ou são feitas por ignorância da história do Islã ou são feitas com uma intenção ativa de enganar.

De fato, como estamos prestes a ver, decapitação é uma grande herança do Islã. Decapitação não é apenas ordenada como um método específico para matar os inimigos no Corão, mas como vamos ver, também era o método favorito de matar de Maomé e de muitos de seus seguidores.

Quando Maomé começou sua carreira de violência e agressão, seu grupo de guerreiros muçulmanos ainda era muito pequeno. Caravanas viajando entre Meca e Damasco se tornaram os alvos fáceis favoritos de Maomé. Porque os habitantes de Meca dependiam dessas caravanas para viverem eles foram mais que perturbados após inúmeros ataques de Maomé e sua gangue de saqueadores.

Finalmente, homens da tribo dos Coraixitas vieram de Meca para atacar Maomé e seus homens. Esta batalha, que se tornou famosa como a Batalha de Badr, viu Maomé e seu inexperiente exército conseguir uma vitória surpresa contra os Coraixitas. Entre as pessoas assassinadas estava Abba Hakam.

Abba Hakam foi ferido gravemente mas ainda vivo quando Abdullah, o servo de Maomé, correu, colocou seu pé no pescoço de Abba Hakam, segurou sua barba e começou a insultar o homem mortalmente ferido a quem seu próprio povo havia nomeado “o pai da sabedoria”. Abdullah cortou a cabeça de Abba Hakam e a levou para seu mestre. “A cabeça do inimigo de Alá!” exclamou Maomé exultante; “Alá! Não há outro deus senão ele!” – “Sim, não há outro!” respondeu Abdullah, jogando a cabeça cortada aos pés do profeta.“ Isso é mais aceitável para mim” – chorou Maomé, quase não contendo sua alegria – “que o melhor camelo em toda a Arábia”.(ênfase minha)

Infelizmente a sede de sangue de Maomé e seus seguidores apenas cresceu a partir daí. Em 627 d.C. o próprio Maomé supervisionou o que pode apenas ser honestamente chamado de um massacre em massa. Maomé e seu exército cercaram a vila judia de Qurayza. Após vinte e cinco dias, a vila se rendeu, esperando que Maomé fosse misericordioso com eles. Ao invés disso Maomé
fez seus soldados cavarem várias trincheiras e forçou algo entre seiscentos a novecentos homens a marcharem pra dentro delas. Pelas mãos dos soldados de Maomé, eles foram todos decapitados. As trincheiras se tornaram massivas sepulturas.

Do Sirat Rasul de Ibn Ishaq, a mais antiga e mais bem recebida biografia islâmica de Maomé, lemos o macabro relato:

“Então eles (Qurayza) se renderam e o apóstolo os confinou em Medina… Então o apóstolo foi para o mercado de Medina (o qual ainda é seu mercado hoje) e cavou trincheiras nele. Então ele os enviou para lá e cortou suas cabeças naquelas trincheiras à medida que eles eram levados a ele em lotes… Eles eram 600 ou 700 ao todo, apesar de que alguns acham que eram 800 ou 900… Isso continuou até o apóstolo acabar com eles.”

Aparentemente, após este grande massacre, algo foi despertado em Maomé. Aqueles 600 a 900 homens de Qurayza que foram decapitados não eram o bastante. Após este incidente, Maomé decapitou mais 400 judeus. Maomé era aliado com dois grupos de homens, os Khazraj e os Aus. Os Khazraj estavam encarregados da decapitação dos quatrocentos judeus mas os Aus estavam
posicionados nas margens. Quando Maomé olhou e viu que as faces dos Khazraj estavam se regozijando na decapitação e os Aus estavam ao redor, ele ordenou que as últimas doze decapitações fossem feitas pelos Aus:

Abu ‘Ubayda me disse na autoridade de Abu ‘Amir o Medinain, quando o apóstolo (Maomé) pegou o melhor dos filhos de Qurayza ele apreendeu cerca de quatrocentos homens dos judeus que eram aliados dos Aus contra os Khazraj, e ordenou que eles fossem decapitados. Dessa forma Khazraj começou a cortar suas cabeças com grande satisfação. O apóstolo viu as faces dos Khazraj mostrando seu prazer, mas não havia a mesma coisa pela parte dos Aus, e… quando ele viu que restavam apenas doze deles ele os deu aos Aus, colocando um judeu para cada dois Aus, dizendo “Deixe fulano acertá-lo e ciclano terminar com ele”.

Mais tarde, outra campanha de decapitação tomou lugar sob Maomé quando ele voltou à cidade de Meca com seu exército de dez mil, ele chamou seus guerreiros de Medina e perguntou a eles: “Vocês estão vendo os soldados de Quraysh (Meca)? Vão e os massacrem”. Mark A. Gabriel explica o significado da palavra que Maomé usou para “massacre” em árabe:

A palavra árabe pra “massacre” apresenta uma imagem de um fazendeiro colhendo sua colheita com uma gadanha. Em outras palavras, Maomé dizia a eles “Corte suas cabeças de seus corpos como você cortaria frutos de um galho de árvore”.

Então é assim que tudo começou, com Maomé. Mas certamente não é onde terminou. Lembre-se de que qualquer coisa que Maomé diz ou faz é considerado apenas como oficial e inspirado como o próprio Corão. São as ações de Maomé que ditam o modelo de vida que Alá ordenou como sua vontade para todos os muçulmanos:

Se você ama Alá, então siga-me (Maomé) – Surata 3:31 (Shakir)

Vós tendes de fato no Apóstolo de Alá um maravilhoso padrão (de conduta) para
qualquer um que espera em Alá e no Último Dia. – Surata 33:21

Ao exterminar os homens dessas vilas judaicas em seu caminho, Maomé deixou o exemplo do que Alá ordenou e comandou a todos os fiéis muçulmanos para que o façam.

Decapitação Entre os Seguidores de Maomé

Abu Bakr, o melhor amigo e sucessor de Maomé, se tornou o primeiro “bem guiado” Califa do Islã após a morte de Maomé. O general de Abu Bakr foi Khalid bin al-Walid al-Makhzumi, que também lutou sob a liderança de Maomé. Sob Maomé, Khalid lutou tão eficientemente que ele conquistou o título, A Espada de Alá.

Em cima das ordens de Abu Bakr, em 633-634 d.C., Khalid estendeu um convite ao povo da Arábia para aceitar o Islã. Este “convite”, entretanto, foi na verdade nada mais que uma ameaça de guerra e morte àqueles que se recusassem a se converter e se submeter ao governo do Islã. O real convite é o seguinte:

Em nome de Alá, o Compassivo, o Misericordioso. De Khalid bin al-Walid aos governantes da Pérsia. Abracem o Islã para que estejam seguros. Senão, façam uma aliança comigo e pague o imposto jizyah. Caso contrário, eu trouxe à vocês pessoas que amam a morte como vocês amam beber vinho.

Após este “convite” ao Islã, muitos se recusaram a se converter ao Islã. Entre estes que se recusaram estava um grupo de persas e cristãos de Ullays no Rio Eufrates. Khalid os atacou em 633 d.C.. A batalha foi feroz e então Khalid fez um voto a Alá durante a batalha que se ele pudesse derrota-los ele iria fazer um canal que circundaria sua vila que literalmente correria com o sangue deles. Ele ordenou para que todos os que fossem derrotados fossem mantidos vivos. Havia
tantos prisioneiros que efetivamente demorou um dia e meio para decapitar todos os homens. O sangue, no entanto, coagulou e as tropas de Khalid foram forçadas a eventualmente liberar a água do canal para que pudesse correr vermelho com o sangue dos mortos para que o voto de Khalid fosse cumprido.

Abu Jafar Muhammad ibn Jarir Al-Tabari, o antigo historiador e teólogo islâmico retratou este evento:

Khalid disse: “Oh Alá, se você nos entregar seus ombros, eu irei me obrigar a Você a não deixar nenhum deles a quem pudermos vencer até eu fazer o canal correr com o sangue deles”. Então Alá os derrotou para os muçulmanos e deu seus ombros a eles. Khalid então ordenou a seu arauto a proclamar a seus homens, “Capturem! Capturem! Não mate nenhum exceto aquele que continuar a resistir”.

Como resultado o martírio trouxe prisioneiros em massa, os guiando. Khalid escolheu alguns homens para cortar suas cabeças no canal. Ele o fez por um dia e uma noite. Eles continuaram até o próximo dia e no dia seguinte, até eles alcançarem Naharayn e como a de que a distância para todo lado a partir deUllays. E Khalid cortou suas cabeças.

Alguns dos homens da Khalid proclamaram a ele:

“Mesmo que você mate toda a população da Terra, o sangue deles ainda não iria correr… No entanto mande água sobre o sangue, para que você possa cumprir seu juramento”.

Khalid havia bloqueado a água do canal. Agora Khalid trouxe a água de volta, para que fluísse com o sangue derramado. Por causa disso tem sido chamado Canal de Sangue até o dia de hoje.

Amir Taheri, um jornalista nascido no Irã, em um artigo do New York Post de 14 de Maio de 2004, intitulado “Cabeças Cortadas”, esboça vários outros incidentes através da história do Islã da prática da decapitação:

Em 680, o neto favorito do Profeta, Hussein bin Ali, teve sua cabeça cortada em Karbala, Iraque central, pelos soldados do Califa Yazid. A cabeça cortada foi colocada em uma bandeja de prata e enviada a Damasco, a capital de Yazid, antes de ser enviada para o Cairo para inspeção do Governante do Egito. Os soldados do Califa também cortaram as cabeças de todos os 71 companheiros de Hussein, incluindo o bebê de um ano de idade Ali-Asghar.

Assim o padrão foi estabelecido e agora o princípio que Maomé cunhou voltou-se e tocou sua própria família. Eventualmente histórias de decapitações vieram para preencher a história do Islã.

Andrew Bostom, editor de The Legacy of Jihad [O Legado da Jihad] aponta isso no fim do século XV:

Babur, o fundador do império Mogol, que é reverenciado como um modelo da tolerância muçulmana por historiadores revisionistas modernos, retratou o seguinte em sua autobiografia “Baburnama”, sobre prisioneiros infiéis de uma campanha jihad: “Aqueles que foram trazidos em vida (por rendição) foram mandados à decapitação, após o qual uma torre de crânios foi erguida no campo”.

Pulando para uma era um pouco mais moderna, Taheri continua:

Em 1842 os muçulmanos afegãos tomaram a guarnição britânica em Cabul e decapitaram mais de 2000 homens, mulheres e crianças. As cabeças foram colocadas em postes em volta da cidade como decoração.

A prática continua durante os anos 80, no Afeganistão, onde aproximadamente 3000 soldados soviéticos foram decapitados pelos guerreiros afegãos. A prática da decapitação foi também uma prática comum durante a Revolução Iraniana:

Em 1992, os mulás mandaram um “especialista” para cortar a cabeça de Shapour Bakhtiar, o último primeiro ministro do xá, em um subúrbio de Paris. Quando a notícia saiu, Hashemi Rafsanjani, então presidente da República Islâmica, publicamente agradeceu Alá por ter permitido “cortar a cabeça da serpente”.

Taheri até faz referência a um “especialista” argelino chamado Momo le nain, que foi recrutado por um grupo islâmico conhecido como GIA especificamente para o propósito de cortar cabeças:

Em 1996 em Bem-Talha, um subúrbio da capital Argel, Momo cortou um recorde de 86 cabeças em uma noite, incluindo as cabeças de mais de uma dúzia de crianças. Em reconhecimento a seu exemplar ato de piedade, a GIA o mandou à Meca para a peregrinação. A última vez que checamos, Momo ainda estava à solta em algum lugar na Argélia.

Da mesma forma Taheri relata a situação no Paquistão, onde:

Grupos rivais Xiitas e Sunitas criaram o hábito de mandar cabeças cortadas dos ativistas um dos outros por entrega especial. Em uma estimativa, mais de 400 cabeças foram cortadas e enviadas desde 1990.

E hoje, nós vemos o poder da decapitação na ilha indonésia de Bornéu, onde muçulmanos tem usado a decapitação como meio de espantar a maioria cristã. Perto de metade dos cristãos fugiram da ilha.

E além de todos estes exemplos bem incriminadores também há o governo sancionando decapitações que acontecem semanalmente na Arábia Saudita após as orações de sexta-feira logo ao lado das mesquitas:

O governo saudita decapitou 52 homens e uma mulher no ano passado por crimes incluindo assassinato, homossexualismo, roubo e tráfico de drogas…Um condenado é trazido ao pátio, mãos atadas, e forçado a se curvar ante ao executor, que balança uma enorme espada e grita para os presentes “AlahhuAkbar!”, árabe para “Deus é grande”.

Allahu Akbah foi também a frase gritada pelos assassinos de Nicholas Berg, o empreiteiro judeu-americano, e Kim-Sun-il, o tradutor coreano e cristão evangélico, que sonhava um dia ser um missionário aos muçulmanos, foram de fato ambos julgados e levados ao fim no mesmo momento…

Então, embora é claro o que a história do Islã ensina, também precisamos olhar para o que as escrituras e estudiosos do Islã têm a dizer sobre esse assunto.

O Valor de Uma Vida Não-Muçulmana

Sempre que um “extremista” muçulmano realiza um ato horripilante em nome do Islã, a maioria dos muçulmanos são bem rápidos em declarar: “Isso não é o Islã! O Islã não pode ser julgado pelo comportamento de alguns poucos, antes precisa ser estudado para ver o que realmente ensina”.
Ok, justo. Então a questão é: o que o Islã realmente ensina sobre a matança de não-muçulmanos?

A primeira coisa que deve ser apontada é que de acordo com a lei islâmica, é permitido para os muçulmanos – para todos o fins práticos – matar não-muçulmanos. Isso é baseado na lei de
Qisas. Qisas é essencialmente a lei da reciprocidade. É a versão islâmica do “olho por olho”. Qisas, por exemplo, declara que se um muçulmano matar outro muçulmano, então o muçulmano será da mesma forma executado. Surpreendentemente, no entanto, esta lei não se aplica a um muçulmano que mata um não-muçulmano. Este ensinamento é achado em uma hadith de Sahih Bukhari:

Narrou Ash-Sha’bi: Abu Juhaifa disse: “Eu perguntei a Ali, ‘O que está (escrito) nessa folha de papel?’ Ali respondeu, lida com O Diyya (dinheiro de sangue pago para compensar pelo matador para os parentes da vítima), o resgate para a liberação dos cativos das mãos dos inimigos, e a lei de que nenhum muçulmano deve ser morto na Qisas (igualdade na punição) por matar um (descrente).

Em alguns casos é claro, outras penalidades tais como prisão ou fiança podem ser dadas ao assassino. Mas infelizmente, a realidade mostra que nessa cultura a vida dos não-muçulmanos não vale como a vida dos muçulmanos; frequentemente é feito vista grossa para o assassinato de muçulmanos.

Se você for para o website da Voz dos Mártires em www.persecution.org ou o Barnabas Fund em www.barnabasfund.org (ambos em inglês), você poderá ler centenas de histórias, atualizadas diariamente, de cristãos que são mal tratados ou mesmo mortos sem nenhuma repercussão legal para o assassino muçulmano.

O Corão na Matança de Infiéis

Talvez o verso corânico que é mais frequentemente citado por ocidentais para demonstrar a natureza violenta da religião islâmica é o verso conhecido dentro e fora do Islã como “o verso da espada”:

Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, então mate os idólatras onde quer que estejam, e os capturem e os cerquem e esperem por eles em cada emboscada, porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [taxa obrigatória para caridade], abri-lhes o caminho. Sabei que Alá é Piedoso, Misericordioso. – Surata 9:5 (Shakir)

Toda vez que esse verso é citado, sempre há um muçulmano que diz que esse verso não é aplicável nos dias de hoje. Embora eu certamente adoraria acreditar nisso, a verdadeira pergunta que deve ser feita é: como os professores e estudiosos do Islã interpretam esse verso? Eles dizem que ainda se aplica hoje? A esmagadora maioria de estudiosos muçulmanos modernos e clássicos concorda que se aplica. Lembre-se do conceito de que o comportamento de todos os muçulmanos é ditado pelo Corão e pela Suna (dizeres, ações e comportamento de Maomé).

De Ibn Kathir, o renomado estudioso do século oitavo, aprendemos a verdadeira interpretação islâmica desse verso. Kathir começa citando, para apoiar sua interpretação, vários eminentes primitivos estudiosos/narradores de Hadith muçulmanos; Mujahid, ‘Amr bin Shu’ayb,
Muhammad bin Ishaq, Qatadah, As-Suddi e ‘Abdur-Rahman. Kathir então explica o significado do verso:

Os quatro meses mencionados nesse verso se referem ao período da graça de quatro meses mencionado em um verso anterior: “Então viaje livremente por quatro meses pela terra”. Alá diz em seguida, “Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido”, significando que ao fim dos quatro meses durante os quais (Alá) os proibiu de lutar contra os idólatras, muçulmanos devem “lutar e matar os idólatras onde quer que estejam”. “Onde quer que estejam” significa, na Terra em geral… Alá disse aqui para executar alguns e manter alguns como prisioneiros. “Cerquem-nos e esperem por eles em cada emboscada” significa não esperar até encontra-los, ao invés disso, procure e os cerquem em suas áreas e fortes, colha informações sobre eles nas várias estradas na terra e na água de modo que o que foi feito grande pareça cada vez menor pra eles. Dessa forma, eles não terão escolha, a não ser morrer ou abraçar o Islã…

Abu Bakr (o amigo mais próximo de Maomé e seu sucessor após a morte dele) usou esse e outros honráveis versos como prova para o combate contra aqueles que se abstiveram de pagar a taxa obrigatória para a caridade. Este verso permitiu lutar contra as pessoas a não ser, e até que, eles abracem o Islã e implementem suas regras e obrigações.

Isso de fato não deixa espaço para discussão. Ibn Kathir deixa claro como qualquer um poderia. Nós vemos que muçulmanos podem e até são ordenados a lutar contra os descrentes (mushrikun) e até persegui-los onde estiverem para força-los a se converterem ao Islã ou aceitarem a morte.

Novamente precisa ser destacado que kathir não é um muçulmano “extremista”, antes talvez seja um dos estudiosos islâmicos mais universalmente aceitos.

Outro verso pertinente do Corão que se aplica às nossas discussões é o infame “verso da decapitação”:

Se você encontrar (na guerra) aqueles que descreem, você deve golpear seus pescoços – Surata 47:4 (Khalifa)

Quando vós encontrardes os infiéis, cortai suas cabeças. – Surata 47:4 (Rodwell)

Ibn Kathir explica que o propósito desse verso é para:

(Guiar) os crentes a o que eles devem empregar em suas lutas contra os idólatras. Alá diz “Então, quando você encontrar aqueles que descreem (na batalha), golpeiem seus pescoços”, que significa, quando você lutar contra eles, corte-os totalmente com suas espadas. “Até que você tenha-os derrotado completamente”, significando, você tê-los matado e os destruído completamente. Isto se refere aos prisioneiros de guerra que vocês capturarem.

Então quando olhamos para esses versos nós vemos que os muçulmanos são ordenados a decapitar (ou no mínimo “golpear seus pescoços”) os não-muçulmanos que eles estiverem lutando contra.

Xeque Omar Bakri Muhammad, juiz da corte da Sharia (Lei Islâmica) na Grã Bretanha, também como secretário geral da Liga Mundial Islâmica e porta-voz da Frente Internacional Islâmica, entretanto, tem uma opinião um pouco diferente:

Qual o veredito? “A punição daqueles que travam guerra contra Alá e Seus apóstolos e lutam para prejudicar a terra é apenas isso, que eles devem ser mortos ou crucificados ou suas mãos e seus pés devem ser cortados em lados opostos ou eles devem ser aprisionados; isto deve ser uma desgraça para eles nesse mundo, e a seguir eles devem ter um severo castigo”.

Após examinarmos apenas uma amostra dos textos islâmicos bem como as opiniões dos estudiosos islâmicos, porta-voz e muçulmanos cotidianos, vemos que o Islã não somente ordena a matança de não-muçulmanos mas também apoia a cultura onde matar não-muçulmanos é uma prática aceitável. Mas antes de terminarmos essa discussão, há mais uma específica tradição que certamente entrará em cena se de fato a pessoa do Mahdi um dia se tornar realidade.

Morte Àqueles Que Contestam a Autoridade do Califa

O papel de liderança do Califa no Islã é um conceito muito poderoso. O Califa é visto tanto como sucessor de Maomé como o líder de todos os Muçulmanos. Ele é, de certa forma, o Papa de todo o mundo islâmico. O último Califa que ambos Sunitas e Xiitas aceitaram como justificadamente eleito foi Ali, primo e enteado de Maomé. Ali morreu em 661. Desde então, muitos outros Califas estiveram no posto, mas nenhum teve a influência universal que os quatro primeiros Califas tiveram.

Muçulmanos estão esperando a restauração do Califado para restaurar a unidade e liderança do Islã pelo mundo. Como nós temos visto, o Mahdi é esperado para cumprir este papel. De uma Hadith em Sahih Muslim nós lemos a punição para aqueles que contestam a autoridade do Califa:

Quem quer que deseje ser liberto do fogo e entrar no jardim deve morrer com fé em Alá e no Último Dia… Ele que jura lealdade ao Califa deve dar a ele a promessa de sua mão e a sinceridade de seu coração (isto é, submeter-se a ele tanto por fora como por dentro). Ele deve obedecê-lo ao máximo de sua capacidade. Se um homem vem à frente, contestando sua (do Califa) autoridade, eles (os muçulmanos) devem decapitar o segundo.

O governo da Arábia Saudita tem a mesma opinião. No site do Departamento Saudita de Assuntos Islâmicos (IAD), nós vemos uma declaração similar:

O Nobre Profeta disse: “É obrigatório para um muçulmano escutar e obedecer (à autoridade do Califa) goste ele ou não… Aquele que já jurou lealdade a um líder (Imã) e já comprometeu sua mão e seu coração a ele, deve obedecê-lo o quanto for possível a ele. Se alguém mais se opuser e contestar a autoridade daquele líder (Imã), o dito oponente deve ser decapitado”.

De acordo com a Lei Islâmica, qualquer que simplesmente discordar da autoridade do Califa empossado deve ser decapitado.

O mito do muçulmano pacífico e moderado

“O Islã, assim como o deus romano Jano, tem duas faces.” (Abu Kasem)

“O muçulmano militante é aquele que corta a cabeça do infiel, enquanto o moderado segura os pés da vítima.” (Dr. M. Sabieski)

Quando os muçulmanos são minoria em determinado país, eles exigem mais e mais privilégios e direitos de minoria à nação hospedeira. Quando o número de maometanos cresce, seja pela alta taxa de natalidade, seja pela migração, tentam impor o código da sharia. Quando se tornam maioria, iniciam-se violências, morte e destruição no país hospedeiro, assim como limpeza étnica. Eis o pior tipo de deslealdade e hipocrisia.

E isso não foi exatamente o mesmo procedimento adotado por Maomé contra Meca? Enquanto era apenas um pregador sem poder, os versos eram pacíficos – ele até pronunciou alguns versos elogiosos aos deuses pagãos (os “versos satânicos”) para deixar os mequenses felizes. Contudo, quando se tornou poderoso, seu lado sombrio foi revelado e os versos corânicos começaram a perder a suavidade. Uma vez conquistada Meca, o verdadeiro Maomé estava diante de todos – ou conversão, ou a espada.

Embora os governos envolvidos gastem bilhões para proteger seus cidadãos do jihadismo islâmico, os responsáveis pelas decisões políticas falham em perceber a realidade. Eles cometem erro idêntico ao dos cidadãos de Meca, contemporâneos do “profeta”; conseguem perceber o impacto do Islã radical, mas não prestam atenção ao Islã moderado. Pouco compreendem que esse chamado Islã moderado é muito mais perigoso do que o radical porque aquele cresce e, silenciosamente, aniquila o anfitrião. É impossível a um muçulmano conviver numa sociedade não-islâmica sem a obrigação de convertê-la ao Islã pela força ou dissimulação. A jihad islâmica tem muitas faces.

Jihad não é apenas trucidar pessoas em nome do Islã; é também uma supressão sistemática da verdade e propagação de mentiras. Não fosse assim, como poderiam os muçulmanos moderados afirmar, a despeito das fortes evidências em contrário, que o Islã é uma religião pacífica?

O slogan “Islã é a religião da paz” está desatualizado uns 1400 anos. A semente de terrorismo está germinando dentro de cada muçulmano. Qualquer um que coloque um pingo de confiança em Maomé e em seu Alcorão preenche a mente com ódio injustificado e paranóia, além de ficar propenso a ter idéias destrutivas como as do profeta. A negra força do narcisismo de Maomé começa imediatamente a operar no crente.

Após muitos anos de guerra contra o terror, continuamos a ouvir a expressão “o Islã é a religião da paz”. Enquanto os tais muçulmanos moderados usam a expressão por razões óbvias, os que conhecem o Islã utilizam essa mesma expressão de forma sarcástica. O terrorismo está em cada célula do Islã. O Islã não consegue sobreviver sem o terrorismo porque o terrorismo é sua força vivificante. Aqueles que são contra o terrorismo não tem lugar no Islã – são infiéis, como disse Habis al-Saoub, em um escrito redigido em árabe, “A Martyr’s will”, citado por Spencer (2003, p. 23):

“a afirmação do profeta Maomé, do sétimo século, é que abandonar a causa da jihad é um ato vergonhoso equivalente a deixar a religião islâmica”.

Da citação acima, fica evidente que a jihad em nome de Alá é parte integrante da vida do muçulmano. Violência contra o não-muçulmano não é uma deturpação do Islã, mas é confirmada repetidamente no Alcorão, nas haddith (ahaddith), nos exemplos de Maomé e nos códigos de cada escola de jurisprudência islâmica. Os terroristas muçulmanos não estão “sequestrando” o Islã, mas, de fato, restaurando-o. Sem o terrorismo, o Islã sufocaria e entraria em colapso em pouco tempo. A história do Islã é a de uma longa e milenar dança infernal de assassinatos, massacres, estupros e pilhagens, traições, armadilhas, tirania e tortura pelo mundo afora desde o dia de seu surgimento. A face pacífica do Islã é uma dissimulação, e o Islã político é a máscara da violência islâmica. Como o primeiro-ministro turco comentou (McCarthy, 2010, p. 39):

“Essas descrições são muito feias, ofensivas e um insulto a nossa religião. Não existe Islã moderado ou radical. Islã é Islã e fim de conversa”.

A única diferença entre um muçulmano pacífico e um terrorista é que terroristas estão ostensivamente em ação e não são tímidos em apresentar sua agenda a não-muçulmanos, ao passo que os moderados trabalham em silêncio e, portanto, são mais perigosos. Muçulmanos não são uma minoria confiável, pois, tão logo o número e força aumentam, vão exigir impor suas leis islâmicas e sistemas ao país que os acolhera. Com efeito, o Alcorão os instrui a não viverem como minorias, mas a assumir o controle. E a lealdade é sempre para com o vasto mundo do Islã sobre quaisquer fronteiras nacionais. Um exemplo: o eminente imam [spokesman, no original] americano Siraj Wahaj sugeriu aos muçulmanos nos Estados Unidos (citado por Spencer, 2005, p. 45):

“se os muçulmanos fossem espertos politicamente, poderiam tomar os Estados Unidos e substituir o governo constitucional por um califado”.

O Islã e o terrorismo são irmãos de sangue. Na sequência de dois ataques a bomba em Londres, um dos mais radicais grupos no Reino Unido, Al-Ghurabaa, pronunciou (Dawkins, 2006, p. 307):

“qualquer muçulmano que negue que o terror é parte do Islã é ‘kafir’ [infiel]”.

Os chamados muçulmanos pacíficos são muito calculistas e procedem de maneira mais sofisticada. Eis um exemplo: o influente americano convertido ao Islã Hamza Yusuf, em novembro de 2004, exortou os muçulmanos para que avançassem na conquista dos objetivos (Spencer, 2006, p. 189):

“há épocas em que temos de viver como ovelhas para, no futuro, viver como leões”.

Isto é chamado al-taqiyya (fraude legal) e permite ao muçulmano, literalmente, negar qualquer aspecto de sua fé, e é definido como (Richardson, 2006, p. 172):

“taqiyya é apenas desmentir a fé com palavras, enquanto o coração está tranquilo com a mesma fé”.

Esses mesmos muçulmanos pacíficos (ou moderados) dão longos discursos sobre direitos humanos e valores democráticos e cantam os versos pacíficos do Alcorão, mas, uma vez que o Islã se torne poderoso, a canção terá uma outra afinação. Os conceitos fundamentais dos direitos humanos, desenvolvidos no Ocidente com a ajuda de John Locke e outros pensadores iluministas, não tiveram qualquer impacto sobre o Islã até o momento. Muçulmanos da linha dura admitiram tal fato abertamente. Em janeiro de 1985, Saeed Raja’i-Khorasani, o delegado permanente para as Nações Unidas da República Islâmica do Irã, declarou (Spencer, 2002, p. 104):

“o próprio conceito de direitos humanos é uma ‘invenção judaico-cristã’ e é inadmissível no Islã”.

Os tais muçulmanos pacíficos não hesitariam em aplicar a cobrança do imposto “jyzia” sobre cristãos e judeus e tampouco em cortar as gargantas de hindus, budistas, sikhs, ex-muçulmanos, ateístas e agnósticos conforme a lei sharia. Bem lá no fundo, cada “fiel” é potencialmente o juiz e o carrasco de todo “infiel”. Afinal, terroristas e os muçulmanos pacíficos estão trabalhando para uma mesma causa: dominação do mundo em nome do Islã.

Uma vez que o mais nobre objetivo de um muçulmano é ajudar o Islã a dominar o mundo, esses moderados tentam descaradamente enganar os infiéis com sua lógica distorcida e mentira patológica. Eles repetem sempre as mesmas mentiras de novo e de novo, acreditando que virarão verdade pela repetição frequente. Se necessário, poderão distorcer o significado de versos do Alcorão de acordo com suas necessidades egoístas. O imam Ghazali disse que:

“falar é um meio de alcançar objetivos. Se for possível atingir um objetivo louvável contando verdade e mentira, isso será contrário à lei se realizado com mentira porque não há necessidade disso. Quando é possível atingir um objetivo com mentira, mas não com a verdade, isso é permitido se o objetivo for permitido” (Shienbaum & Hasan, 2006, p. 63).

Como o imam Jafar Sadiq ensinou:

“Aquele que expõe algo de nossa religião [a infiéis] é como um que intencionalmente nos mata.”

“Tu pertences a uma religião que a qualquer um que a omita, Alá o honrará; e qualquer um que a revele, Alá o desgraçará e o humilhará.” (Richardson, 2006, p. 170)

Os muçulmanos pacíficos e os terroristas são dois lados da mesma moeda. Para um muçulmano pacífico, é muito fácil tornar-se terrorista. O ódio aos não muçulmanos é o princípio básico do Islã e violência é o desfecho. Como o aiatolá Sadegh Khalkhali, um juiz iraniano linha dura, declarou publicamente:

“aqueles que são contra matar não tem espaço no Islã. Nosso profeta matou com suas próprias e abençoadas mãos. Nosso Imam Ali matou mais de setecentos em um único dia. Se a sobrevivência da fé depende do derramamento de sangue, nós estaremos lá para cumprir o nosso dever” (Scott, 2002, p. 201).

Assim, quando o badalado muçulmano pacífico aparece como terrorista, não se trata de uma discreta escolha em sua mudança de status. Há um terrorista dentro de cada muçulmano, apenas aguardando a hora de sair. Um exemplo (Martin, 2010, p. 195). O Alcorão diz:

“e, quando os meses sagrados passarem, matai os idólatras, onde quer que os encontreis…” (sura 9:5*).

O filho de um negociante paquistanês, inspirado por esses versos, fez um juramento:

“eu declaro na presença de Alá que eu abaterei os infiéis até o fim de minha vida. Que Alá me dê forças para cumprir o juramento”.

Ao longo da história registrada do Islã, o Alcorão, o mais ímpio dos livros religiosos, tem transformado homens em monstros. Geração após geração, muçulmanos têm seguido essas palavras e feito delas armas de injustiça, opressão e dominação.

O terrorismo islâmico é um fenômeno complexo, em consequência, as personalidades dos terroristas mudam de pessoa a pessoa. Seria inútil tentar atribuir uma única e geral característica a todos eles. No Islã, terroristas podem assumir diversos papéis – alguns poucos, efetivamente, dispararão seus rifles ou detonarão os explosivos ou serão explodidos como homens-bomba. A “personalidade” de um político muçulmano, ou de um mulá, ou de um financiador do terrorismo islâmico, ou da iletrada senhora-burca (niqab, burqa, chador – o véu islâmico) que dá à luz uma dúzia de filhos porque uma família numerosa agrada a Alá, ou do singelo e pio muçulmano barbudo que paga regularmente o seu zakat à mesquita, é diferente da personalidade de um administrador, ou de um estrategista, ou a de um assassino, de um homem-bomba suicida. Esta é a essência da jihad que tem sido amplamente discutida em livros islâmicos sobre leis religiosas. Embora algumas diferenças sistemáticas possam ser discernidas entre aqueles que abraçam o terrorismo e aqueles que não participam de atos de terror, no fundo, eles têm idêntica configuração psicológica.

Taylor e Quayle, dois ilustres pesquisadores do terrorismo religioso contemporâneo, concluíram que:

“o terrorista ativo não é discernivelmente diferente em termos psicológicos do não-terrorista; em termos psicológicos, não existem qualidades especiais que caracterizem o terrorista” (1994, p. 197).

Quem poderia negar o fato de que clérigos e líderes comunitários militantes são eleitos por esses muçulmanos moderados? Conquanto o expert em terrorismo Daniel Pipes estime que de 10 a 15 por cento dos muçulmanos apoiem a agenda jihadista, há indicações de que das várias partes do mundo islâmico esse número pode ser bem maior. Em fevereiro de 2005, durante um julgamento em Nova Iorque sobre financiamento de terrorismo, Bernard Haykel, um professor associado de estudos islâmicos na New York University, estimou que 90 por cento dos muçulmanos árabes apoiam o Hamas – a organização terrorista islâmica que explode civis em ônibus e restaurantes para promover seus objetivos de um estado palestino sob a sharia. O dr. Imran Waheed, o porta-voz londrino do “pacífico” grupo jihadista Hizb ut-Tahris, confirmou em maio de 2005 que 99 por cento dos muçulmanos no mundo desejam um califado para governar o planeta (Spencer, 2005, p. 192). Essas estatísticas confirmam que os muçulmanos que apoiam o terrorismo não são uma pequena minoria, mas, ao contrário, uma vasta maioria.

Na realidade, Islã pacífico não existe. Um muçulmano pacífico faz tanto sentido quanto um nazista pacífico. “Al Islam huwa al hall” (islam é a solução) não é um slogan gritado por terroristas muçulmanos somente, mas por todos os muçulmanos (Phares, 2005, p. 251). O substantivo “terrorista” ou “terroristas” não se refere necessariamente a alguém dentro de uma organização terrorista. Em um exército, nem todo mundo carrega uma arma. Há muitos membros não combatentes, como, por exemplo, contadores, cozinheiros, arrecadadores de fundos, especialistas em logística, médicos, enfermeiros ou recrutas – que podem ter um papel apenas passivo. No entanto, todos eles têm o mesmo objetivo: derrotar o inimigo. Similarmente, há diversas maneiras de apoiar a jihad, além da violência pessoal. Os muçulmanos pacíficos que conhecemos estão desempenhando esse papel de apoio passivo, e o objetivo final é conquistar o mundo para o Islã, limpando-o dos infiéis e sua civilização, até não sobrar ninguém.

O Messias de Israel AMA os Muçulmanos! Nós também precisamos amá-los.

Diferente de tudo o que imaginavam, muçulmanos estão se convertendo a Jesus Cristo na Líbia, Alemanha e em diversos países do Oriente Médio, após descobrirem que o cristianismo é baseado na liberdade, amor e no perdão. A crise de refugiados de países como a Síria também está dando a oportunidade para que muçulmanos conheçam, de fato, o que é o cristianismo e quem é Jesus Cristo. A liberdade religiosa que não tinham em suas regiões, dominadas pelo terrorismo islâmico, agora está sendo motivo de comemoração para os refugiados que vivem no Líbano e não esperavam saber que “o cristianismo é a religião da liberdade”.

Milhares de refugiados muçulmanos estão sendo batizados desde o início dos conflitos na Síria, em 2011, segundo informações do The Christian Post. Abu Radwan é um dos casos mais conhecidos. Agora ex-muçulmano, ele relatou ter tido um sonho com Jesus Cristo:

“Eu comecei a ir à igreja. Eu acreditava que Jesus estava vindo nos ajudar, para nos salvar.”, disse ele na matéria.

Mas a perseguição religiosa islâmica contra os ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo é uma preocupação constante. Radwan já foi atacado por sírios de sua própria tribo e sua esposa ainda se vê obrigada a usar o véu (hijab) quando sai de casa, para não chamar atenção.

Uma igreja em Beirute, na Alemanha, tem testemunhado o crescimento de muçulmanos se rendendo ao amor de Jesus Cristo. Sem se identificar por motivos de segurança, o pastor disse que os muçulmanos que desejam se converter são bem vindos, mas que são testados antes de serem aceitos, devido a preocupação com possíveis ataques; “quando eu vejo uma pessoa quer ser cristã, eu não o impeço, mas tentamos testá-lo”, disse ele.

Não é só no Líbano e na Alemanha que muçulmanos estão se convertendo ao evangelho de Jesus Cristo. Eles possuem relatos de conversões em todo Oriente Médio e partes da Europa:

“Estamos em contato regular com nossas estações de rádio no Iraque, e conversamos com muitas pessoas que têm família no Oriente Médio. Alguns de nossos radiodifusores do Oriente Médio compartilharam depoimentos [sobre muitos se voltando para Cristo] conosco, que eles ouvem pessoalmente quando visitam o local … “, disse a voz dos mártires do Canadá, um programa de rádio local.

No ano passado, o jornal inglês The Guardian também relatou uma série de conversões em massa de muçulmanos ao cristianismo. Em uma igreja localizada no subúrbio de Steglitz, os membros passaram de 150 para 700 após as conversões.

Finalmente, Matthias Linke, o líder de uma igreja evangélica na Alemanha, destaca que para muitos ex-muçulmanos o que mais chama atenção no cristianismo é a liberdade e a pregação baseada no amor e perdão. Os muçulmanos têm visto o contraste do evangelho cristão baseado na Graça imerecida de Deus doada por amor a todos os seres humanos:

“Para muitos iranianos que eu batizei, o cristianismo é a religião da liberdade”, destacou.

Conclusão

Agora vamos rever os pontos que foram colocados. Primeiro, nós vimos que o Fim dos Tempos descrito na Bíblia será um tempo que os cristãos serão perseguidos e assassinados por sua fé. A maneira específica da morte que a Bíblia menciona para os cristãos será o martírio por decapitação.

Como demonstramos claramente, é bem inegável que a decapitação é uma tradição que se estica pela história islâmica. O próprio Islã documentou minuciosamente o fato de Maomé e seus sucessores imediatos praticaram a decapitação como meio específico de matar “os inimigos do Islã”. Esta prática continua em certas partes do Islã nesse mesmo dia. O Corão encoraja a decapitação, ou no mínimo “golpear os pescoços” dos “idólatras” e qualquer “prisioneiro de guerra”.

Vimos alguns exemplos de decapitações de tais “prisioneiros de guerra” que estiveram recentemente nos noticiários no Iraque e em outros lugares. A pena de morte é também prescrita para aqueles que não se submetem ou concordam com a autoridade do Califa. Como tal é de fato bem justo assumir que na visão islâmica dos Últimos Dias, se um Califa, especificamente o Mahdi, surgir e aceitar a noção de que todos os cristãos, judeus, israelenses e qualquer que os apoie são considerados “inimigos do Islã”, então seria universalmente considerado lealdade e de fato até obrigatório para todos os muçulmanos “entrar em guerra” e “golpear os pescoços” de todos os cristãos, judeus ou ocidentais, etc. bem como qualquer um que conteste a autoridade do Califa.

Então novamente o Islã, suas práticas e ensinamentos, cumpre exatamente a descrição das forças que ganharão poder e dominarão o mundo no cenário bíblico do Fim dos Tempos. Tendo visto a natureza assassina dos textos islâmicos, bem como a própria interpretação islâmica deles, é importante ver a realidade de como essa mentalidade se desenrola na mente do muçulmano comum do Oriente Médio.

Quero terminar com um pensamento de um muçulmano sobre o assassinato de Daniel Pearl (jornalista americano que ele foi sequestrado e morto por terroristas da Al-Qaeda em Karachi, no Paquistão, em 01 de fevereiro de 2002):

Primeiramente Pearl é um judeu, um Munafiq (um hipócrita), um espião, e um Kaffir (descrente). Não sejam enganados por essas pessoas. O ódio deles pelo Islã pode ser visto de suas bocas e o que o coração deles esconde é muito pior. E não vejo onde a parte doentia é o abate… No Islã nós… nem podemos torturar o kaffir – nós apenas cortamos suas gargantas, e é provado que quando você passa de uma área específica no pescoço, eles não sentem mais dor. E lembre que quando nós muçulmanos captura um munafiq muçulmano, nós fazemos o mesmo a eles, nós o matamos. O que dizer de um judeu sujo, munafiq estúpido, espião duas-caras, e kaffir? Nós fazemos o mesmo a ele. Walhumdulilah (Graças a Alá) e Lembre de que Rasoul (Maomé) matou um grande número de judeus em uma batalha; o melhor da criação fez isso, porque os judeus traíram o Profeta Maomé. E se você acha que isso ainda é doentio, InshaAllaahi (Espero pela vontade de Alá) que você
esteja vivo quando o Mahdi estiver por aí porque você irá ver muitas cabeças de judeus/munafiqqin (judeus/hipócritas) no chão.

Quem tem ouvidos para ouvir, OUÇA!

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Fonte:
– RICHARDSON, Joel. “Anticristo – O Messias Esperado Pelo Islã.” Capítulo 14.
– DAS, Sujit. “O mito do muçulmano pacífico e moderado”. Das vive em Mumbai, Índia, e é autor de vários artigos críticos ao islam e de dois livros, “Islam Dismantled: The Mental Illness of Prophet Muhammad” e “The Allah Delusion”. O autor pode ser contatado em: counter.jihad@yahoo.co.uk. Publicado originalmente em Faith Freedom.
– http://www.gospelgeral.com.br/index.php/2017/03/08/muculmanos-se-rendem-a-jesus-cristo-o-cristianismo-e-a-religiao-da-liberdade/

Notas:
CBS News, Saudi Arabia’s Beheading Culture [A Cultura da Decapitação na Arábia Saudita], 27 de Junho de 2004.

Beheadings Allowed by Islam, but Only in Extreme Situation [Decapitações Permitidas pelo Islã, mas Apenas em Situação Extrema], por Julia Duin – The Washington Time, 24 de Junho de 2004.

Ali Sina, The Examples of Muhammad [Os Exemplos de Maomé] http://www.faithfreedom.org/Arcticles/sinaawa40621.htm

A. Guillaume, The Life of Muhammad [A Vida de Maomé] (Oxford University Press, Oxford, Inglaterra), p. 464, 752

Mark A. Gabriel, Jesus and Muhammad [Jesus e Maomé], (casa Lake Mary Charisma, 2004), p. 60

At-Tabari, Vol XI, The Challenge to the Empires [O Desafio aos Impérios], em séries: A história de At-Tabari (Ta’rikh al-rasul wa’l-muluk), traduzido para o inglês por K. Y. Blankkinship, série SUNY ao redor dos Eastern Studies, Biblioteca Persa, Universidade Estadual de New York Press, Albany New York, 1993, p. 44-45; como citado em http://www.muhammadanism.com/Islam/islam_beheading.pdf

http://www.muhammadanism.com/Islam/islam_beheading.pdf

Chopping Heads [Cortando Cabeças] por Amir Taheri, New York Post em 14 de Maio de 2004

The Baburnama – Memoirs of Babur, Prince and Emperor [O Baburnama – Memórias de Babur, Príncipe e Imperador], traduzido para o inglês e editado por Wheeler M. Thacktson, Oxford University Press, 1996, p.188; como citado por Andrew Bostom, FrontPageMagazine.com, 13 de
Maio de 2004, The Sacred Muslim Practice of Beheading [A Sagrada Prática Muçulmana da Decapitação]

CBS News, Saudi Arabia’s Beheading Culture [A Cultura da Decapitação na Arábia Saudita], 27 de Junho de 2004

Sahih Bukhari Volume 1, Livro 3, Número 111

http://forums.gawaher.com/index.php?showtopic=4154&

Tafsir Ibn Kathir Surata 9:5 disponível em http://www.tafsir.com/Default.asp

Idem – Surata 47:4

Joseph Farah, World Net Daily IslamicTerror.com? Muslim Websites in West Defend Bin Laden, Call for ‘5th Column’ [TerrorismoIslâmico.com? Websites Muçulmanos no Ocidente Defendem Bin Laden, Chame pela Quinta-Coluna] de Novembro de 2001

Sahih Muslim Livro 20, Número 4546

Website do Departamento Saudita de Assuntos Islâmicos: http://www.iad.org/TheRoyalEmbassyofSaudiArabia

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